ERP na nuvem: como decidir pela mudança

Os sistemas de gestão empresarial (conhecidos como ERP) estão entre os mais relevantes tópicos dos negócios da atualidade pelo fato de conectarem as organizações com fontes de dados e processos estratégicos a fim de mantê-la competitiva. O outro lado da moeda, entretanto, é que eles podem dificultar a inovação e prejudicam a agilidade.

Nos tempos modernos, que predominam as transformações digitais e nuvem, os usuários de ERP enfrentam um dilema: a difícil decisão entre abandonar seu sistema de tradicional e migrar para a nuvem, ou manter tudo como está.

As dúvidas são comuns entre os tomadores de decisões. Seguir adiante em busca de inovações com melhores extensões? Ou começar novamente, criando uma nova arquitetura para as principais iniciativas no mundo digital? Independentemente da decisão, estas opções terão um impacto em cada empresa, de acordo com sua estratégia de mercado.

Como definir o melhor caminho? Ainda que dependa de diversos fatores, sendo que um deles se destaca. Trata-se da velocidade das mudanças – tanto da sua própria empresa, quanto do setor em que atua .

Essas ambições exigem mudanças rápidas no modelo e a opção é clara: começar imediatamente a construir uma nova arquitetura. Por outro lado, se seus negócios são estáveis e a a principal necessidade é a eficiência operacional, não é problema continuar no modelo tradicional um pouco mais.

As empresas que atuam nos setores de telecomunicações, bancos, hotelaria, saúde, educação, tecnologia e varejo – todas afetadas pelas inovações digitais – devem mudar com rapidez. O sucesso ou a sobrevivência requerem transformações essenciais para apoiar novos consumidores, canais, serviços, modelos de faturamento, KPIs,…… E, os sistemas e processos de hoje são um obstáculo para esse movimento.

Mas nem sempre a mudança é conduzida por fatores externos. Alguns requisitos internos podem influenciar os modelos de negócios de certas indústrias adjacentes, como por exemplo, as empresas de telecomunicações estão se movendo para o setor de segurança para o lar com serviços de monitoramento). Nesses casos, existem duas opções: a renovação do ERP com novas divisões ou existentes – modernização divisional do ERP no modelo apresentado anteriormente – ou iniciar uma transformação mais ampla com uma renovação completa de sistemas e processos.

O melhor caminho depende da capacidade que a empresa tem para mudar. Se a sua cultura e seus líderes são abertos às mudanças, você deveria realizá-la em sua essência, pois é a trilha mais ágil para acelerar a transformação em escala.

Por outro lado, empresas de setores relativamente estáveis – serviços, produtos químicos, setor público e de manufatura, por exemplo, podem conduzir esse processo por meio de melhorias progressivas. Para tanto, o mais simples é a evolução do ERP. É possível otimizar seus investimentos com a redução de custos específicos (excelência operacional, no modelo anterior) ou realizar melhorias na entrega comercial, com extensões otimizadas (inovação no limite). Em muitos casos, ambas deverão ser realizadas. A estratégia é aproveitar os ativos e obter lucros incrementais em termos de redução de custos.

Para as empresas que optam por uma renovação completa, a solução de ERP em nuvem oferece uma plataforma ágil, início rápido, avanços na gestão, redução de custos e relatórios e análises aprimoradas. Por experiência, a melhor abordagem é mudar os processos atuais para a nuvem, passo a passo, em sequências rápidas de 90 dias.

As empresas que optarem pela otimização de seus sistemas, existe a possibilidade de ampliar as principais capacidades ERP locais com extensões de alto valor, como aplicativos avançados de relatórios, planejamento e orçamento, suprimento, gestão de talentos e outras. Este modelo híbrido ajuda a alcançar o mais baixo custo de propriedade por meio dos serviços gerenciados na nuvem e infraestrutura convergente.

Em resumo: a mudança não está chegando, ela já chegou.

Fonte: http://www.baguete.com.br/
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