UNIDAX participa da Conferência Técnica Mundial sobre Dynamics 365 em Seattle

A UNIDAX participou da Conferência Técnica Mundial sobre Dynamics 365! Juntamente com outros parceiros de diversos países e de, praticamente, todos os continentes, em Seattle, WA, entre os dias 12 e 15 de março, aprendemos e nos inspiramos ao interagir diretamente com os engenheiros da Microsoft, as pessoas que criaram o Dynamics 365 for Operations.

Na Conferência Técnica:

  • Mergulhamos profundamente no Dynamics 365 for Operations;
  • Compreendemos o Commom Data Model (mais conhecido como CDM);
  • Descobrimos o poder do Power BI e Cortana, que são incorporados nativamente;
  • E exploramos a profunda integração com o Office 365.

As sessões segmentadas lideradas pelos engenheiros da Microsoft forneceram o conhecimento necessário para criar e implantar o Dynamics 365 for Operations com êxito. Tivemos a oportunidade de interagir com colegas e engenheiros da Microsoft em todos os níveis, e isso nos deu a chance de obter acesso a informações e conhecimentos que raramente estão disponíveis aos demais profissionais! Nos sentimos preparados para oferecer aos nossos clientes a oportunidade de implantarem e usufruírem dessa fantástica solução, absolutamente integrada aos mais modernos conceitos de tecnologia e gestão, neste momento de profunda transformação digital.

Que venha a próxima!

Nós acreditamos. Sempre!

Empresas brasileiras já estão fazendo implementação de Dynamics 365

A Microsoft começou oficialmente a disponibilizar para clientes o Dynamics 365, plataforma sucessora de sua antiga ferramenta CRM Dynamics, anunciada anteriormente pela empresa.

A companhia de Redmond ainda não abre nomes de clientes que estão fazendo a migração para o serviço no Brasil, mas de acordo com Fábio Azevedo, diretor responsável pela solução no país, as primeiras implementações da versão localizada da plataforma já estão em curso por aqui. Globalmente, companhias como a Michelin já estão com o sistema em produção.

O Dynamics 365 é a aposta da Microsoft para tentar ganhar espaço entre empresas que desejam promover a transformação digital em seus ambientes, trazendo uma série de melhoras em áreas como analytics e machine learning baseada na Cortana para otimizar processos de clientes.

A plataforma é formada por seis aplicações diferentes – Marketing, Serviços de Campo, Operações, Serviço de Atendimento ao Cliente, Vendas e Automação de Projetos, que podem ser compradas individualmente ou em um pacote.

No Brasil, a empresa está oferecendo as aplicações em modelo de subscrição, com preços a partir de US$ 95 por aplicação por usuário completo – essa licença também pode ser estendida para outros “membros de equipe” pelo custo de US$ 10 por usuário extra. As seis aplicações podem ainda ser adquiridas em conjunto pelo valor de US$ 115 por usuários completo, com a mesma possibilidade de adicionar outros “membros de equipe” por US$ 10 cada. Além disso, quanto maior o volume da venda, menor será o preço por licença das aplicações.

O Dynamics 365 também se conectará naturalmente com outras plataformas da empresa, como o Office 365, o recém-anunciado Microsoft Teams e a suite de inteligência artificial Cortana. Através da loja de apps AppSource, clientes terão ainda acesso a mais de 100 aplicativos de outros desenvolvedores para demandas específicas – como o popular Sales Navigator, do Linked In.

Segundo Azevedo, setores como o de contact center já estão entre os interessados nas atualizações do Dynamics 365 no Brasil. A empresa também vê possibilidades de implementação na área governamental, principalmente após o recente anúncio do Governo Federal que deixará de lado soluções de código aberto para a adoção de softwares da Microsoft.

A empresa já tem alguns casos de uso do antigo CRM Dynamics em órgãos públicos, como a implementação de uma Central de Atendimento da Prefeitura de Sorocaba baseada no sistema, o que pode abrir a possibilidade de novas vendas para o setor.

Fonte: Canaltech (https://corporate.canaltech.com.br/noticia/negocios/clientes-brasileiros-ja-estao-fazendo-implementacao-de-dynamics-365-83535/)

Conheça o campus da Microsoft, a ‘cidade’ onde trabalham 44 mil pessoas

Estamos em Redmond, nos Estados Unidos. O Olhar Digital viajou até aqui para conhecer de perto o campus da Microsoft onde se localiza a matriz da empresa. São 2 milhões de metros quadrados rodeados por árvores, com 125 prédios e 44 mil funcionários em toda a região – quase um terço do quadro global. É praticamente uma cidade inteira dentro de outra cidade – e que ainda está em expansão.

Fundada em 1975, a Microsoft mudou-se para Redmond em 1986, um ano depois da apresentação do Windows. O mercado de computação pessoal, hoje tão difundido, ainda era uma promessa. Cinco anos antes, a IBM havia lançado o PC 5150 (considerado precursor da indústria) e que rodava um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft. Começava para valer ali a era do PC, que viria a empregar muita gente nas décadas seguintes.

Os primeiros prédios do campus da Microsoft foram construídos no formato de X a pedido de Bill Gates, fundador e CEO da empresa à época. Além de gostar de construções simétricas, Gates queria incluir o maior número possível de janelas para que os programadores tivessem uma vista privilegiada da natureza enquanto trabalhavam. Curiosidade: o prédio número 7 não existe. Ele foi descartado porque a empresa cresceu mais que o esperado naquele período e precisou de mais edifícios para abrigar as pessoas. Como o plano de construção já havia sido aprovado, não deu tempo de renomear o prédio 8 por 7.

No infográfico abaixo você confere alguns números que dão a dimensão da grandiosidade do campus em Redmond. Nós também selecionamos imagens que mostram as instalações do local (veja galeria abaixo do infográfico) Ficou curioso para conhecer o campus? Ele é aberto e a Microsoft reserva uma área especial para visitação no prédio 92 destinada a quem quiser interagir com os produtos da empresa e ver de perto relíquias como o computador pessoal Altair 8800. Basta ir até lá e entrar no espaço gratuitamente.

Reprodução

Imagens do campus da Microsoft, em Redmond, EUA:

Fonte: Olhar Digital

6 coisas que você gostará de saber sobre o novo Microsoft Dynamics AX

6) Foram feitas mudanças mínimas na aplicação para o primeiro lançamento desta nova plataforma. A versão inicial já encontra-se centralizada na nova plataforma tecnológica e teve poucas alterações em relação à versão atual AX 2012 R3. Isso significa que os clientes que estão nessa versão terão muita facilidade para mudar para a nova versão. Isso também significa que todas as soluções de ISV, que são compatíveis com o AX 2012 R3, migrarão para o novo AX facilmente.

5) O runtime é todo em .NET. Não há mais um interpretador X++. Isso faz com que a execução do código seja muito mais rápida e permite uma suave interoperabilidade com outras linguagens .NET.

4) O ambiente de desenvolvimento inteiro está agora unificado no Visual Studio. É isso mesmo, todo o poder do MorphX está agora disponível dentro do Visual Studio. Você pode tirar proveito de projetos do Visual Studio, misturar desenvolvimento tradicional X++ com outras linguagens, tirar proveito do TFS para controle de versão e etc.

3) Fornecimento de nuvem permite operações confiáveis. A Microsoft tem investido bilhões de dólares em centros de dados Azure e o novo AX permite tirar o máximo partido desse investimento. Alta disponibilidade e implantação a tolerância de desastres e falhas vão se tornar norma. Não há mais a necessidade de levantamento de quantos servidores comprar e pode-se montar o próprio plano para recuperação de desastres. A implantação pode flexionar para cima e para baixo o número de servidores de aplicativos em uso para atender às suas necessidades de pico.

2) O aplicativo inteiro está agora acessível através do browser. O novo cliente HTML/JavaScript substitui o cliente Windows e o Enterprise Portal. Isso significa que tudo está disponível através do browser. Sem mais clientes para instalar ou gerenciar. Nenhum terminal services ou Citrix para administrar.

1) A integração perfeita do Life Cycle Services vai ser uma parte importante do novo AX. O LCS tem evoluído rapidamente desde seu lançamento inicial para se tornar uma parte essencial de cada aplicação AX e uma parte importante do cuidado contínuo e alimentação de uma instância em execução do AX. Sendo a implantação inicial do sistema, ajuste de desempenho, análise de código ou modelagem de processos de negócios, o LCS é o conjunto de ferramentas que potencializa e ajuda a extrair o máximo da capacidade do AX. A integração do LCS com o novo AX está fantástica!

Fonte: Blog do AX

Lançamento Mundial do ERP Microsoft Dynamics AX

REDMOND, Wash – 09 de março de 2016 – A Microsoft anunciou na quarta-feira sua solução ERP de última geração na nuvem, o Microsoft Dynamics AX, construída sobre e para o Microsoft Azure, está agora disponível em 137 mercados em 40 idiomas. O aplicativo de negócios de classe empresarial traz o poder, velocidade e inteligência da computação em nuvem para as pessoas e organizações alcançarem mais.

Os clientes de todo o mundo estão usando a nuvem de maneiras incríveis para acelerar e transformar seus negócios“, disse Scott Guthrie, vice-presidente executivo, da Microsoft Cloud e Empresa. “O lançamento de hoje é um marco emocionante para estender ofertas de nuvem empresarial da Microsoft. Agora é possível para as organizações executar todo o seu negócio na nuvem com a Microsoft – desde produtividade com o Office 365, até análise de negócios com Power BI e Cortana Analytics Suite, o envolvimento do cliente com o Dynamics CRM e operações de negócios com Dynamics AX“.

Os clientes em todo o mundo já estão usando Dynamics AX para executar seus processos de negócio na nuvem – a partir de domínios individuais, como recursos humanos e de fabricação para negócios “end-to-end”. As empresas já em produção incluem Hagler Systems, Haldex, Icon, Renault Sport Formula One Team, Priva, Smiles, Travel Alberta e Grupo Umbra.

O novo Dynamics AX vai além de soluções de negócios tradicionais e traz ERP, business intelligence, infraestrutura e serviços de banco de dados em conjunto em uma única oferta, fortalecendo as empresas para executar processos específicos da indústria e de negócios operacionais que são extensíveis com soluções específicas de parceiros. Quarta-feira, a Microsoft anunciou soluções de mais de 50 ISVs que estão disponíveis no Azure Marketplace. Estas soluções verticais ajudam os clientes a descobrirem e implementarem a solução que eles precisam mais rápido do que nunca e, com o Dynamics AX, permitir rapidamente atualizações e melhorias. Além das mais de 50 soluções já disponíveis, centenas estão em desenvolvimento hoje.

O novo Dynamics AX leva as capacidades do Lifecycle Services (LCS) para o próximo nível. As empresas serão capazes de combinar as melhores práticas para seus aplicativos de missão crítica com a flexibilidade e simplicidade de atualização por meio da nuvem. Com LCS, Dynamics AX irá formalizar os conceitos de desenvolvimento, teste e produção, tornando a atualização mais rápida de implantar e fácil de gerenciar.

“O Lifecycle Services representa uma mudança na forma como as empresas gerenciarão o ciclo de vida de um sistema ERP de uma forma que nunca foi realmente feito antes”, disse Josh Greenbaum, analista principal da Enterprise Application Consulting. “A capacidade de testar na nuvem e usar a elasticidade natural da nuvem e funcionalidade para fazer o teste, virar uma chave e colocá-lo no ambiente de produção real, realmente é mágico“.

Aproveitando o poder da nuvem Azure, o Dynamics AX fornece segurança ampliada, juntamente com a disponibilidade e escala global, permitindo que empresas e pessoas trabalhem de forma mais segura em qualquer lugar, a qualquer hora, respeitando as exigências de soberania de dados de clientes globais, não importa onde no mundo eles operam.

Nós fazemos tudo através Dynamics AX agora; gerimos praticamente todas as nossas operações“, disse Thomas Mayer, escritório de operações da Renault Sport Formula One Team. “Ter o que eu preciso para executar o meu negócio disponível em qualquer lugar do mundo é inestimável“.

Estamos trazendo enormes quantidades de dados em nosso negócio para ajudar a construir climas e controlar ambientes de horticultura. Essa é uma transformação do negócio enorme, e a nuvem era o único caminho a seguir para que tornássemos real“, disse Paul Ossewold, vice-presidente de operações digitais da Priva. “Para gerir a nossa empresa com 10 escritórios em todo o mundo, precisamos de sistemas que são rápidos. Isso é o que Dynamics AX na nuvem está nos dando, e nós não poderíamos estar mais animados para ser um dos primeiros clientes a bordo de aproveitar esta nova solução“.

Solução moderna para as empresas modernas

Dynamics AX oferece uma interface de usuário simples, bonita e moderna, que é para os dispositivos sensíveis ao toque. As pessoas podem interagir com o sistema com facilidade, porque o Dynamics AX funciona como outros aplicativos da Microsoft que as pessoas utilizam hoje, aumentando a adoção e uso. A nova experiência de usuário inteligente também é otimizada para oferecer valor para as organizações através da capacidade de tomar decisões mais inteligentes com o aumento da velocidade.

ERP é fundamental para nossas operações comerciais e fundamental para a construção e entrega de produtos aos nossos clientes“, disse Ben Hagler, co-fundador, Sistemas Hagler. “Escolhemos Dynamics AX devido à sua robustez. A interface é incrível e disponível em qualquer lugar. Ela nos torna independente do dispositivo. Nós podemos trabalhar de todos os lugares com o aumento da velocidade“.

Dynamics AX oferece a lógica de negócio comprovada por um conjunto de negócios completo, reforçada com novas construções, como espaços de trabalho que fornecem um portal colaborativo para unificar indicadores chave de desempenho, inteligência de negócios, pontos de vista de dados críticos, processos e ações para a produtividade do usuário. O workspace de Fechamento de Período, por exemplo, simplifica muito esse processo crítico e complexo.

Fornecedores de software que fazem parceria com Microsoft manifestaram o seu entusiasmo sobre o potencial que esta nova solução oferece à indústria, o que representa um ponto de mudança na indústria de ERP como soluções de nuvem são adotadas por clientes para executar suas operações críticas de negócios.

Este lançamento é mais uma prova de que a Microsoft não está somente conduzindo as inovações no ERP, mas em nuvem“, disse o CEO Peter ter Maaten do parceiro Microsoft HSO. “Dynamics AX será um divisor de águas para os clientes corporativos“.

Os clientes podem se inscrever para o serviço hoje como a nova versão está disponível como uma assinatura mensal em três versões simples que incluem um usuário self-service, um usuário de tarefas e um usuário enterprise. As empresas podem se mover rapidamente e combinar seu crescimento de negócio facilmente adicionando processos de negócios e usuários com este simples e transparente modelo de “pagar-para-usar”.

Mais informações podem ser encontradas visitando o site do Dynamics AX (https://www.microsoft.com/en-us/dynamics/erp-ax-overview.aspx).

Fonte: http://news.microsoft.com/2016/03/09/microsoft-delivers-enterprise-class-erp-to-the-cloud/

A ”nuvem humana”: a nova (e mais barata) forma de pensar em serviços

A computação em nuvem e a mobilidade, novidades que a tecnologia trouxe para o mundo dos negócios neste início de século parecem estar se tornando os principais alicerces da chamada transformação digital. Este conceito, ainda polêmico e sem consenso entre executivos e empreendedores, envolve transformações que vão além da automatização de processos.

Muito além do seu irmão mais velho, o e-commerce, e muito mais que o marketing digital, a transformação digital permite a criação de novos modelos de negócios que trazem produtos cada vez mais “tecnológicos” que prometem transformar de forma definitiva as relações entre as empresas, seus funcionários e seus clientes.

Da mesma forma que a máquina a vapor,  no século XIX, viabilizou e motivou a revolução industrial, a transformação digital certamente trará impactos importantíssimos em todos os ramos de negócios. Mas poucas áreas terão mudanças tão expressivas quanto aquelas relacionadas à serviços de uma forma geral, principalmente os profissionais.

Novos modelos de negócio revolucionam os setores onde atuam. O Uber mudou o segmento de mobilidade pessoal ponto a ponto, antes, privilégio dos táxis urbanos, com serviços melhores e mais baratos. O Airbnb, chacoalhando um setor que há muito parecia estabilizado e sem grandes mudanças. Outras com a LendingTree nos Estados Unidos estão mudando a forma e a relação entre pessoas e instituições financeiras no que tange a modelos de fornecimento de empréstimos.  Até o aparentemente ingênuo do Whatsapp muda a forma como as pessoas, empresas e até famílias se comunicam e quebram as estruturas, até outro dia indestrutíveis, das empresas de telecomunicação.

E o nosso mercado de consultoria?  Será que este também irá ser transformado?  Não tenho dúvida nenhuma.  E vai levar muito menos tempo do que se imagina, apesar de algumas objeções que tenho escutado. Consultoria é um mercado cuja base é a disseminação de conhecimento e experiência. Muitos dizem que os serviços de consultoria através da chamada “nuvem humana” (human cloud), é iniciativa que já nasce morta, principalmente no Brasil, porque as pessoas aqui querem o olho no olho, o cafezinho. O relacionamento cria a confiança necessária.  É uma meia verdade!

Imagine que o Uber é uma plataforma onde pedimos um veículo que não conhecemos com um estranho como motorista para nos buscar muitas vezes em nossa casa. Pedimos às vezes para levar nossos filhos na escola. Enfim, porque a gente confia no Uber. A segurança da plataforma, a certificação dos motoristas, a reputação e outras credenciais que estão por trás do aplicativo garantem que a instituição é confiável. O resto é referenciabilidade.

O conceito da transformação digital leva o serviço de consultoria a um outro nível de eficácia e custo/benefício.  É uma plataforma colaborativa que reúne clientes, especialistas e consultores certificados e metodologias comprovadas conectados em uma “nuvem humana” de competências e demandas onde projetos podem ser especificados, gerenciados e entregues de maneira racional, personalizada e sob demanda. A racionalização trazida pela plataforma pode ser transferida ao cliente final, levando a custos bem mais acessíveis com nenhuma perda de qualidade. Existe, sim, quebras de paradigmas, mas como tudo neste novo ambiente, é uma questão de pouco tempo. Os serviços na medida certa e a preços convidativos certamente compensarão. Aguardem, em breve, traremos novidades!

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside/webinside

Como cloud pode ajudar as empresas a reduzirem custos

Há tempos já não conseguimos imaginar como seria um dia de trabalho – ou de folga – sem internet, e agora estamos criando a mesma dependência em tecnologia de cloud computing (computação em nuvem). Mesmo sem perceber, a nuvem está em muitas ferramentas do nosso dia a dia: e-mail, streaming de música e filme, armazenamento de fotos, aplicativos online e outros mais.

Essa tecnologia tem revolucionado a maneira como as pessoas e empresas gerenciam suas atividades, suas comunicações e seus dados. O cloud permite que a empresa armazene e utilize conteúdo de diversas aplicações em qualquer lugar e em diferentes dispositivos. Apesar de ainda existir um certo desconhecimento sobre a tecnologia, um dos maiores benefícios trazidos é um grande atrativo para as empresas: redução de custos.

Além dos custos da infraestrutura dos aparatos tecnológicos, é preciso considerar os gastos com energia, consultoria, técnicos responsáveis, manutenções etc., que devem sair do orçamento de TI. Segundo o Gartner, o custo total de propriedade (TCO) de um sistema em geral é 60% de infraestrutura e operação.

Veja, a seguir, alguns pontos que mostram como cloud pode reduzir os custos da empresa com tecnologia:

  • Menos infraestrutura pesada e corte de gastos com TI – Os custos referentes aos equipamentos e alocação de espaço são os primeiros a serem notados (e cortados) quando uma organização começa a utilizar o serviço na nuvem, tendo uma ideia do quanto será economizado. As empresas contratadas para fornecerem cloud são responsáveis também pelo acompanhamento, manutenção, alterações e suporte das ferramentas, portanto, não há necessidade de uma equipe de TI fixa e interna, reduzindo assim os gastos com funcionários, e com um atendimento focado na experiência e segurança do usuário.
  • Flexibilidade e escalabilidade do service – Ao utilizar softwares tradicionais servidos pela internet, a empresa precisa investir em servidores (hardware), link internet, sistemas preventivos de paralisação de energia (no-breaks, geradores) que crescem conforme o uso do software. Somam-se a estes os custos operacionais de manutenção e de um técnico especializado. Ao utilizar o cloud essas despesas são transformadas de Capex (investimento normalmente alto) em Opex (aluguel, mais barato). Como o software e as informações armazenadas estão em ambiente externo, você pode contratar um plano de acordo com a necessidade do seu negócio e aumentar a capacidade conforme o crescimento da empresa, evitando desperdício de recurso ao pagar por espaço ocioso.
  • Mais segurança – Outra grande vantagem proporcionada pela nuvem é a segurança das informações e a redução dos custos com a perda de dados. Como os servidores são externos, as informações são protegidas de eventuais acidentes como incêndios, picos de luz, alagamentos etc. Esses riscos são praticamente inexistentes na nuvem, pois esta tecnologia permite criar um ambiente de TI utilizando diversos datacenters em locais diferentes, criando planos de contingência que garantem a segurança e a disponibilidade dos serviços. Além disso, são realizados backups sistemáticos de modo a garantir a segurança das informações importantes ao longo do tempo.
  • Otimização dos processos – Com mais recursos tecnológicos e menos gastos, é possível otimizar os processos da empresa, fazendo com que o trabalho seja mais rápido e eficiente. É muito capaz que essa maior agilidade reflita em um aumento da lucratividade ou crescimento do negócio.
Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside

ABNT normatiza computação em nuvem

Entrou em vigor no último dia 7, a norma ABNT NBR ISO/IEC 17788:2015, que fornece uma visão geral sobre a computação em nuvem, assim como um conjunto de termos e definições sobre o tema. Trata-se da versão em português de um trabalho realizado em cooperação entre a International Telecommunication Union (ITU), que coordena padrões internacionais para telecomunicações, e a International Organization for Standardization (ISO), uma organização internacional para padronização.

No Brasil, esse trabalho ficou a cargo de equipes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Serpro e Anatel, que trabalharam juntas por cerca de dois anos.

Luiz Guilherme Aldabalde, analista da coordenação de Tecnologia do Serpro que participou das discussões sobre a norma, explica que a criação desse documento estabelece uma referência para definição sobre o escopo e a aplicação da computação em nuvem, auxiliando o desenvolvimento dos mercados nacionais de TI e servindo de apoio às agências reguladoras. “Toda vez que se estabelece um padrão sobre uma tecnologia fica mais fácil entender o assunto, avaliar as diferenças entre fornecedores e propor melhorias. Isso significa que uma norma passa a ser uma referência para aquisição ou elaboração de algum produto e para diferenciação entre os diversos fornecedores relacionados ao segmento”, avalia.

Aldabalde destaca que a participação do Brasil na elaboração de uma norma internacional desde seu início é um fato inédito, cujo mérito deve ser dedicado à ABNT como coordenadora do grupo nacional. “Nós do Serpro participamos deste trabalho desde o princípio, quando ainda estavam sendo iniciadas as atividades na ISO. Podemos dizer, sem sombra de dúvida, que o país teve uma participação efetiva na elaboração desta norma, analisando os documentos enviados, propondo novas definições, solicitando correções e tendo seu trabalho reconhecido através da incorporação das diversas contribuições apresentadas”, acrescenta o analista.

Arquitetura

Esta primeira norma é um conjunto de termos e definições que formam uma base para a elaboração da Arquitetura de Referência para Computação em Nuvem, uma segunda norma internacional sobre o tema, cujo trabalho de tradução já foi iniciado pela ABNT e deve ser concluído ainda em 2016. A proposição de uma Arquitetura de Referência para Computação em Nuvem, completa Aldabalde, permitirá a compreensão dos diversos elementos que compõem uma solução e como esses elementos interagem entre si, dando ainda mais clareza ao mercado de computação em nuvem.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside

As dez principais tendências de business intelligence para 2016

O ano de 2015 trouxe mudanças significativas para o mundo do business intelligence (BI). Mais organizações abriram o acesso aos dados para seus funcionários e mais pessoas começaram a ver os dados como uma ferramenta importante para realizar seu trabalho.

As regras do BI estão evoluindo, e isso vem causando uma grande mudança cultural em alguns locais de trabalho, não só pela velocidade dos avanços tecnológicos, mas também por novas técnicas para extrair valor dos dados.

Todos os anos, na Tableau, paramos para conversar sobre o que está acontecendo de interessante no setor. Essa discussão é o fio condutor da nossa lista das principais tendências de BI para o ano seguinte. Veja as nossas previsões para 2016.

O início de uma grande amizade entre a governança e a análise de autoatendimento.

Para muitas pessoas, a governança e a análise de autoatendimento são inimigas naturais. Talvez seja por isso que vê-las andando de mãos dadas cause tanta surpresa. A guerra acabou e a lacuna cultural entre empresas e tecnologia está diminuindo. As organizações já sabem que a governança de dados, quando feita corretamente, pode incentivar uma cultura de análise e atender às necessidades dos negócios. As pessoas ficam mais propensas a analisar seus dados quando têm fontes de dados centralizadas, organizadas e rápidas; e quando sabem que alguém (equipe de TI) está cuidando da segurança e do desempenho.

A análise visual se torna um idioma comum.

Os dados estão mudando a forma de conversar – em salas de reuniões, na mídia e nas mídias sociais. As pessoas estão visualizando dados para responder a perguntas, descobrir informações úteis e compartilhar histórias com profissionais de todas as áreas, especialistas em dados ou não. Com o aumento da utilização dos dados, cada vez mais pessoas recorrerão a eles para responder a perguntas profissionais e pessoais. Da mesma forma, os empregadores buscarão pessoas que possam analisar os dados com uma visão crítica. A análise visual será o idioma que permitirá às pessoas descobrir informações úteis com rapidez, colaborar de forma significativa e criar uma comunidade voltada para os dados.

Os produtos de análise de dados estão mais democráticos.

As ferramentas de análise de autoatendimento mudaram permanentemente as expectativas. Em 2016, as pessoas buscarão autonomia no fluxo da análise de dados, especialmente com a chegada de mais membros da geração Y ao mercado de trabalho. Se quiserem continuar dinâmicos, os usuários corporativos devem ser capazes de manipular determinados dados instantaneamente. E é por isso que a demanda por ferramentas de preparação de dados de autoatendimento, e até mesmo por data warehouses de autoatendimento, crescerá como uma extensão natural desse tipo de análise. Essa democratização permitirá que as pessoas respondam rapidamente às mudanças de prioridades.

A integração de dados está ainda mais emocionante.

Atualmente, muitas empresas precisam de análises ágeis. Elas querem enviar os dados certos para as pessoas certas, rapidamente. Esse não é um desafio simples, porque os dados geralmente estão armazenados em vários lugares diferentes. Trabalhar com diversas fontes de dados pode ser tedioso, impossível ou ambos. Em 2016, veremos muitos concorrentes novos na área de integração de dados. Com o aumento da oferta de ferramentas sofisticadas e o surgimento de novas fontes de dados, as empresas desistirão de tentar reunir cada byte de dados no mesmo lugar. Os exploradores de dados se conectarão a cada conjunto de dados em seus respectivos armazenamentos, usando métodos e ferramentas mais ágeis para fazer as combinações ou uniões necessárias.

Análises avançadas não são mais apenas para analistas.

Em todas as áreas das empresas, mesmo os profissionais que não são analistas estão cada vez mais exigentes. Eles querem fazer mais do que um gráfico com seus dados. Buscam uma experiência de análise mais significativa e aprofundada. As organizações adotarão plataformas que permitem aos usuários utilizar estatísticas, fazer uma série de perguntas e continuar no fluxo de suas análises.

O armazenamento de dados e as análises na nuvem decolam.

Em 2015, as pessoas começaram a adotar a nuvem. Elas se deram conta de que colocar os dados na nuvem era fácil e extremamente escalonável. Também viram que a análise na nuvem era mais ágil. Em 2016, mais pessoas migrarão para a nuvem graças, em parte, a ferramentas que as ajudam a utilizar dados da Web. Os primeiros a adotar a nuvem já estão obtendo informações desses dados, e outras pessoas estão percebendo que deveriam fazer o mesmo. Cada vez mais empresas também usarão a análise na nuvem para explorar mais dados com mais rapidez. Esse recurso passará a ser tão importante para elas quanto qualquer outro sistema essencial da empresa.

Centros de Excelência em análise assumem um papel crucial.

Cada vez mais organizações estabelecerão um Centro de Excelência para incentivar a adoção da análise de autoatendimento. Esses centros desempenham um papel vital na implementação de uma cultura baseada em dados. Através de programas de capacitação, como fóruns on-line e sessões particulares de treinamento, os centros capacitam até mesmo profissionais de outras áreas a incorporar a análise de dados em seus processos decisórios. Ao longo do tempo, esses centros permitirão que os dados sejam a espinha dorsal de todo o fluxo de trabalho da organização.

A análise em dispositivos móveis ganha sua independência.

A análise em dispositivos móveis cresceu e saiu da casa dos pais. Ela não é mais apenas uma interface para os produtos de BI tradicionais. Em 2015, começaram a surgir produtos que, desenvolvidos com a abordagem mobile-first, ofereciam uma experiência fluida que priorizava dispositivos móveis. Trabalhar com dados em qualquer lugar deixará de ser um suplício para se tornar parte dinâmica do processo de análise. As pessoas começam a descobrir os dados da Internet das Coisas.

Tudo indica que a Internet das Coisas ganhará ainda mais terreno em 2016.

Parece que tudo terá um sensor que envia informações para a nave-mãe. Pense em todos os dados que são gerados ininterruptamente por dispositivos móveis – e isso é apenas a ponta do iceberg. À medida que o volume de dados da IoT cresce, o potencial para a descoberta de informações também aumenta. Empresas buscarão ferramentas que permitam aos usuários explorar os dados e, em seguida, compartilhar suas descobertas de forma segura, controlada e interativa.

Novas tecnologias surgem para preencher as lacunas.

Há diversas tecnologias novas em desenvolvimento no ecossistema de BI. À medida que elas chegarem ao mercado, veremos lacunas que precisarão ser preenchidas. Novas empresas surgirão para fazer exatamente isso. Aceleradores do Hadoop, integração de dados NoSQL, integração com dados da IoT, aprimoramento das mídias sociais – cada uma dessas áreas oferece uma oportunidade para o surgimento de uma nova empresa. Em 2016, essas lacunas serão cada vez mais preenchidas, resultando na consolidação do mercado. Da mesma forma, as organizações continuarão migrando de soluções únicas para adotar uma pilha de soluções abertas e flexíveis que incluam essas novas tecnologias.

Ellie Fields, vice-presidente de marketing de produtos da Tableau.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside

Nuvem e aplicações: o fim do caos

O WhatsApp é uma aplicação. O Microsoft Office 365 é uma aplicação. O sistema por trás de seu portal de e-commerce favorito é uma aplicação. O Internet Banking só substitui a ida à agência bancária porque também é uma aplicação, e muito bem construída. A vida de pessoas e de empresas acontece dentro de aplicações. Nos últimos 10 anos o ritmo de desenvolvimento de aplicações acelerou-se muito. A Apple Store norte-americana recebe, em média, 20 mil novos apps a cada mês. No Reino Unido, 701 novas aplicações entram em operação a cada dia. Quer sejam acessadas por dispositivos móveis ou por computadores tradicionais, as principais aplicações do mercado habitam, hoje, a nuvem. Não só as aplicações são desenvolvidas na nuvem como são processadas em servidores espalhados na nuvem e distribuídas a partir de infraestrutura de rede que também está na nuvem. Qual o desafio que este novo mundo das aplicações na nuvem traz? O controle sobre o acesso a essas aplicações.

Hoje a nuvem acolhe milhões de aplicações que não estão ordenadas, classificadas e tampouco têm seu acesso controlado. As aplicações estão na nuvem, e o caos também.

Foi-se o tempo em que, numa empresa, um setor solicitava o desenvolvimento de uma aplicação para resolver um determinado desafio e conformava-se em aguardar meses ou até anos para começar a operar o novo sistema. A velocidade da nuvem é a velocidade do desejo humano – o que o usuário buscar na nuvem, ele encontrará e usará.

É famoso o paradoxo colocado às áreas de TIC das empresas pelo serviço de armazenamento na rede Dropbox. Não são os gestores que indicam o Dropbox para seus usuários, controlam o registro deste usuário na base de dados do Dropbox, examinam o tamanho de sua caixa postal virtual e o que é guardado lá dentro. Um usuário sugere o Dropbox para outro e, em instantes, dados e documentos da corporação deixam de ser arquivados em sistemas próprios para estarem disponíveis na nuvem, numa aplicação de armazenamento que não passou pelo crivo da área de TI.

A verdade é que muitos gestores não têm visibilidade sobre que aplicações seus usuários estão utilizando. Outro valor que está em falta na política corporativa de aplicações na nuvem é o “compliance” – a certeza de que os sistemas empregados pelos usuários estão alinhados com as leis, padrões e os regulamentos que regem aquela empresa ou vertical em especial. Há uma grande ausência, também, de políticas e recursos de segurança de dados. No novo mundo das aplicações na nuvem é fundamental proteger esses sistemas contra ameaças, ações destruidoras de cibercriminosos que visam ganhar dinheiro ou poder político ou moral a partir do acesso e manipulação das informações processadas na nuvem.

O caos das aplicações rodando na nuvem é fonte de grandes preocupações para as empresas e seus gestores de TIC.

Não há, porém, como voltar atrás. A nuvem é uma realidade. Ela é formada em parte por aplicações que rodam na rede privada da corporação e em parte por aplicações “públicas” que seguirão sendo usadas pelos funcionários. É o caso, por exemplo, do WhatsApp, febre entre usuários de smartphones. As empresas usuárias não vão retroceder e retirar suas aplicações da nuvem. Os próprios fornecedores de software tomaram a frente desse movimento e não vão voltar ao passado. Microsoft, SAP, Oracle e SalesForce, entre outros líderes da empresa de software, optaram por transformar suas aplicações em serviços a serem contratados de modo pontual e mensalizado. O acesso 24x7x365 a partir de “n” dispositivos a essas e outras aplicações na nuvem continuará a crescer e ser essencial aos processos de negócios.

A nuvem é cada vez mais o modelo onde as aplicações missão crítica são processadas.

Para adicionar controle, segurança, consistência, visibilidade e compliance a esse modelo foi criada a segunda onda da computação em nuvem – o CASB. Toda vez que você se preocupar com o caos das aplicações rodando na nuvem, aprofunde seu conhecimento sobre o CASB (Cloud Access Security Broker, agente de segurança de acesso à nuvem) e encontrará consolo. Como disse Carl Jung, dentro da desordem existe a ordem. Basta localizar o fio da meada.

As soluções de CASB começam pelo descobrimento de quais aplicações corporativas estão sendo efetivamente usadas pelos funcionários da empresa. Os melhores engines de discovery irão penetrar na Shadow IT – o universo de provedores de serviços e sistemas que não seguem as melhores práticas do mercado – e cuidadosamente mapear que recursos deste mundo estão sendo usados no dia a dia da corporação. Essa fase de descobrimento costuma provocar grandes surpresas entre os gestores de TIC.

Após esta etapa a solução de CASB classifica, a partir de inteligentes regras de negócio, de compliance e segurança, que aplicações seguirão disponíveis, que aplicações serão bloqueadas. A classificação é muito detalhada e chega ao nível do campo de dados da aplicação – José pode ver e alterar este dado, Manuel nem sequer enxergará este campo.

A terceira área de atuação das melhores ferramentas CASB é centralizar o gerenciamento das aplicações na nuvem. Neste momento o papel de Broker/Mediador do CASB aparece de modo muito claro. O gerenciamento das aplicações na nuvem é uma missão e tanto, já que cada aplicação corporativa tem sua própria nuvem. O Microsoft Office 365 tem sua própria nuvem. O SalesForce tem sua própria nuvem. A solução CASB coloca ordem no caos, e alinha as várias nuvens de aplicações, quaisquer que sejam elas, à política da corporação usuária.

Com o CASB, migrar as aplicações para a nuvem torna-se uma caminhada clara, perfeitamente mapeada, feita à luz do dia.

É importante lembrar que o CASB é um conceito consolidado pelo instituto de pesquisa Gartner. Tendência que está sendo gestada desde 2012, o CASB é uma bandeira cada vez mais difundida pelo Gartner. Os mais recentes relatórios sobre o tema dizem que se em 2012 apenas 1% das empresas usavam o CASB para colocar ordem no caos das aplicações rodando na nuvem, até o final de 2016 essa marca deve chegar a 25%. A razão para isso é muito simples: a visibilidade, compliance, segurança de dados e proteção contra ameaças que o CASB garante às aplicações na nuvem é essencial para o dia a dia das corporações. Com o CASB, o caos sai de cena e a nuvem entra em ordem.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/