UNIDAX participa da Conferência Técnica Mundial sobre Dynamics 365 em Seattle

A UNIDAX participou da Conferência Técnica Mundial sobre Dynamics 365! Juntamente com outros parceiros de diversos países e de, praticamente, todos os continentes, em Seattle, WA, entre os dias 12 e 15 de março, aprendemos e nos inspiramos ao interagir diretamente com os engenheiros da Microsoft, as pessoas que criaram o Dynamics 365 for Operations.

Na Conferência Técnica:

  • Mergulhamos profundamente no Dynamics 365 for Operations;
  • Compreendemos o Commom Data Model (mais conhecido como CDM);
  • Descobrimos o poder do Power BI e Cortana, que são incorporados nativamente;
  • E exploramos a profunda integração com o Office 365.

As sessões segmentadas lideradas pelos engenheiros da Microsoft forneceram o conhecimento necessário para criar e implantar o Dynamics 365 for Operations com êxito. Tivemos a oportunidade de interagir com colegas e engenheiros da Microsoft em todos os níveis, e isso nos deu a chance de obter acesso a informações e conhecimentos que raramente estão disponíveis aos demais profissionais! Nos sentimos preparados para oferecer aos nossos clientes a oportunidade de implantarem e usufruírem dessa fantástica solução, absolutamente integrada aos mais modernos conceitos de tecnologia e gestão, neste momento de profunda transformação digital.

Que venha a próxima!

Nós acreditamos. Sempre!

Lançamento Mundial do ERP Microsoft Dynamics AX

REDMOND, Wash – 09 de março de 2016 – A Microsoft anunciou na quarta-feira sua solução ERP de última geração na nuvem, o Microsoft Dynamics AX, construída sobre e para o Microsoft Azure, está agora disponível em 137 mercados em 40 idiomas. O aplicativo de negócios de classe empresarial traz o poder, velocidade e inteligência da computação em nuvem para as pessoas e organizações alcançarem mais.

Os clientes de todo o mundo estão usando a nuvem de maneiras incríveis para acelerar e transformar seus negócios“, disse Scott Guthrie, vice-presidente executivo, da Microsoft Cloud e Empresa. “O lançamento de hoje é um marco emocionante para estender ofertas de nuvem empresarial da Microsoft. Agora é possível para as organizações executar todo o seu negócio na nuvem com a Microsoft – desde produtividade com o Office 365, até análise de negócios com Power BI e Cortana Analytics Suite, o envolvimento do cliente com o Dynamics CRM e operações de negócios com Dynamics AX“.

Os clientes em todo o mundo já estão usando Dynamics AX para executar seus processos de negócio na nuvem – a partir de domínios individuais, como recursos humanos e de fabricação para negócios “end-to-end”. As empresas já em produção incluem Hagler Systems, Haldex, Icon, Renault Sport Formula One Team, Priva, Smiles, Travel Alberta e Grupo Umbra.

O novo Dynamics AX vai além de soluções de negócios tradicionais e traz ERP, business intelligence, infraestrutura e serviços de banco de dados em conjunto em uma única oferta, fortalecendo as empresas para executar processos específicos da indústria e de negócios operacionais que são extensíveis com soluções específicas de parceiros. Quarta-feira, a Microsoft anunciou soluções de mais de 50 ISVs que estão disponíveis no Azure Marketplace. Estas soluções verticais ajudam os clientes a descobrirem e implementarem a solução que eles precisam mais rápido do que nunca e, com o Dynamics AX, permitir rapidamente atualizações e melhorias. Além das mais de 50 soluções já disponíveis, centenas estão em desenvolvimento hoje.

O novo Dynamics AX leva as capacidades do Lifecycle Services (LCS) para o próximo nível. As empresas serão capazes de combinar as melhores práticas para seus aplicativos de missão crítica com a flexibilidade e simplicidade de atualização por meio da nuvem. Com LCS, Dynamics AX irá formalizar os conceitos de desenvolvimento, teste e produção, tornando a atualização mais rápida de implantar e fácil de gerenciar.

“O Lifecycle Services representa uma mudança na forma como as empresas gerenciarão o ciclo de vida de um sistema ERP de uma forma que nunca foi realmente feito antes”, disse Josh Greenbaum, analista principal da Enterprise Application Consulting. “A capacidade de testar na nuvem e usar a elasticidade natural da nuvem e funcionalidade para fazer o teste, virar uma chave e colocá-lo no ambiente de produção real, realmente é mágico“.

Aproveitando o poder da nuvem Azure, o Dynamics AX fornece segurança ampliada, juntamente com a disponibilidade e escala global, permitindo que empresas e pessoas trabalhem de forma mais segura em qualquer lugar, a qualquer hora, respeitando as exigências de soberania de dados de clientes globais, não importa onde no mundo eles operam.

Nós fazemos tudo através Dynamics AX agora; gerimos praticamente todas as nossas operações“, disse Thomas Mayer, escritório de operações da Renault Sport Formula One Team. “Ter o que eu preciso para executar o meu negócio disponível em qualquer lugar do mundo é inestimável“.

Estamos trazendo enormes quantidades de dados em nosso negócio para ajudar a construir climas e controlar ambientes de horticultura. Essa é uma transformação do negócio enorme, e a nuvem era o único caminho a seguir para que tornássemos real“, disse Paul Ossewold, vice-presidente de operações digitais da Priva. “Para gerir a nossa empresa com 10 escritórios em todo o mundo, precisamos de sistemas que são rápidos. Isso é o que Dynamics AX na nuvem está nos dando, e nós não poderíamos estar mais animados para ser um dos primeiros clientes a bordo de aproveitar esta nova solução“.

Solução moderna para as empresas modernas

Dynamics AX oferece uma interface de usuário simples, bonita e moderna, que é para os dispositivos sensíveis ao toque. As pessoas podem interagir com o sistema com facilidade, porque o Dynamics AX funciona como outros aplicativos da Microsoft que as pessoas utilizam hoje, aumentando a adoção e uso. A nova experiência de usuário inteligente também é otimizada para oferecer valor para as organizações através da capacidade de tomar decisões mais inteligentes com o aumento da velocidade.

ERP é fundamental para nossas operações comerciais e fundamental para a construção e entrega de produtos aos nossos clientes“, disse Ben Hagler, co-fundador, Sistemas Hagler. “Escolhemos Dynamics AX devido à sua robustez. A interface é incrível e disponível em qualquer lugar. Ela nos torna independente do dispositivo. Nós podemos trabalhar de todos os lugares com o aumento da velocidade“.

Dynamics AX oferece a lógica de negócio comprovada por um conjunto de negócios completo, reforçada com novas construções, como espaços de trabalho que fornecem um portal colaborativo para unificar indicadores chave de desempenho, inteligência de negócios, pontos de vista de dados críticos, processos e ações para a produtividade do usuário. O workspace de Fechamento de Período, por exemplo, simplifica muito esse processo crítico e complexo.

Fornecedores de software que fazem parceria com Microsoft manifestaram o seu entusiasmo sobre o potencial que esta nova solução oferece à indústria, o que representa um ponto de mudança na indústria de ERP como soluções de nuvem são adotadas por clientes para executar suas operações críticas de negócios.

Este lançamento é mais uma prova de que a Microsoft não está somente conduzindo as inovações no ERP, mas em nuvem“, disse o CEO Peter ter Maaten do parceiro Microsoft HSO. “Dynamics AX será um divisor de águas para os clientes corporativos“.

Os clientes podem se inscrever para o serviço hoje como a nova versão está disponível como uma assinatura mensal em três versões simples que incluem um usuário self-service, um usuário de tarefas e um usuário enterprise. As empresas podem se mover rapidamente e combinar seu crescimento de negócio facilmente adicionando processos de negócios e usuários com este simples e transparente modelo de “pagar-para-usar”.

Mais informações podem ser encontradas visitando o site do Dynamics AX (https://www.microsoft.com/en-us/dynamics/erp-ax-overview.aspx).

Fonte: http://news.microsoft.com/2016/03/09/microsoft-delivers-enterprise-class-erp-to-the-cloud/

A Busca do BI Perfeito – 3 Passos Indispensáveis

Muitas ferramentas estão surgindo no mercado com a qualificação de self-service BI, ou seja, realize você mesmo os seus desejos! Algo impensável e nunca antes alcançado pelos diversos gestores em suas organizações, que sempre enfrentaram o problema da má qualidade dos dados, falta de integridade entre as bases de dados e do mais primordial: saber o que deve ser medido e analisado.

A ponta deste iceberg parece que não sumiu com a chegada destas novas ferramentas, conhecidas como Data Discovery e Business Analytics. A depender do codinome que você queira adotar, a dificuldade de entrega continua a mesma. Sem caprichar na seleção, pré-processamento, transformação, e organização dos dados que irão compor qualquer análise, a tecnologia parece coadjuvante neste espetáculo, que merece ter um bom “motorista” no volante, com seu kit de boas práticas.

A preocupação do que analisar é tanta, que processos de entrevistas, mapas mentais ou simplesmente planilhar os dados desejados passam a ser considerados alternativas viáveis na ausência de técnicas robustas e eficazes. Os interessados “mergulham” em brainstorms intermináveis visando levantar, construir e entregar a encomenda que fora pedida. A tarefa deixa de ser prazerosa para ser uma atividade cansativa.

BI NA PRÁTICA - 3 PASSOS

Visando minimizar o tempo necessário para que um projeto de BI seja desenvolvido, sem mágicas à parte, é que surgiram as técnicas denominadas de Matriz de Necessidades, Fonte de Dados e Modelagem Multidimensional.

BI NA PRÁTICA - 3 ETAPAS BI COMPLETO

Matriz de Necessidades: surgiu da importância em apresentar um mapeamento de dados que ora estão armazenados nos sistemas transacionais das organizações (banco de dados, planilhas eletrônicas, arquivos texto, dentre outros) e que servirão de base para a construção de um Data Warehouse. Antes do uso da técnica Matriz de Necessidades, o levantamento de dados era realizado através de entrevistas estruturadas, frente a frente com os gestores da organização, através de perguntas que tentavam identificar elementos como as métricas de desempenho e quais os tipos de análises que os mesmos realizavam na organização, além da solicitação de apresentação de suas cópias de relatórios e planilhas eletrônicas.      

Desta maneira, foi idealizada uma nova forma de documentar os requisitos de negócio, substituindo as entrevistas por sessões programadas para reunir os participantes do projeto (gestores e técnicos) que conjuntamente descreveram um quadro contendo linhas e colunas, com as diversas relações/cruzamentos entre os indicadores e os dados existentes na organização, de forma visual, buscando documentar o que fazem, por que fazem, quais as decisões que são tomadas hoje e como esperam tomar as decisões no futuro.

Fonte de Dados: construída e refletida na busca dos dados apresentados e levantados na Matriz de Necessidades, o documento de Fonte de Dados é o principal guia que o analista de BI possui para desenvolver o seu projeto, permitindo que sejam identificados nos sistemas transacionais da organização os atributos e relacionamentos que por ventura devam ser utilizados na construção do Data Warehouse.

A Fonte de Dados tem por objetivo aumentar a compreensão por parte do analista de BI  do contexto, a solução e os processos de implementação que deverão ser desenvolvidos para que as métricas e descritores ora levantados sejam caprichosamente carregados e mantidos nas tabelas conhecidas como Fatos (métricas) e Dimensões (descritores).

Modelagem Multidimensional: terceira etapa de um projeto de BI, é ela que permite a formatação do banco em um modelo consolidado que armazenará os dados do projeto. Expõe a relação das tabelas Fato com tabelas de Dimensão, interligando-as em um modelo de dados conhecido como modelo estrela (do inglês, star schema), pois apresenta uma tabela no centro ligada por tabelas auxiliares, remetendo ao formato estelar.  A tabela central é a tabela Fato e as outras tabelas são tabelas de Dimensão.

A conjunção destas três técnicas garante a harmonia tão sonhada entre os gestores. Poder utilizar uma tecnologia de self-service com segurança e que por natureza facilita a construção de uma perspectiva que integre a dimensão tecnológica e a dimensão gerencial, facilitando o acompanhamento e direcionamento do processo, fazendo com que o gestor amplie sua autonomia em sua busca pelo conhecimento. O que restou disso, que a tecnologia de Business Intelligence direcione os conceitos e mecanismos que facilitem este processo de redesenho que estão sendo constantemente rediscutidos nesta busca pelo BI perfeito.

Fonte: http://www.binapratica.com.br/

As dez principais tendências de business intelligence para 2016

O ano de 2015 trouxe mudanças significativas para o mundo do business intelligence (BI). Mais organizações abriram o acesso aos dados para seus funcionários e mais pessoas começaram a ver os dados como uma ferramenta importante para realizar seu trabalho.

As regras do BI estão evoluindo, e isso vem causando uma grande mudança cultural em alguns locais de trabalho, não só pela velocidade dos avanços tecnológicos, mas também por novas técnicas para extrair valor dos dados.

Todos os anos, na Tableau, paramos para conversar sobre o que está acontecendo de interessante no setor. Essa discussão é o fio condutor da nossa lista das principais tendências de BI para o ano seguinte. Veja as nossas previsões para 2016.

O início de uma grande amizade entre a governança e a análise de autoatendimento.

Para muitas pessoas, a governança e a análise de autoatendimento são inimigas naturais. Talvez seja por isso que vê-las andando de mãos dadas cause tanta surpresa. A guerra acabou e a lacuna cultural entre empresas e tecnologia está diminuindo. As organizações já sabem que a governança de dados, quando feita corretamente, pode incentivar uma cultura de análise e atender às necessidades dos negócios. As pessoas ficam mais propensas a analisar seus dados quando têm fontes de dados centralizadas, organizadas e rápidas; e quando sabem que alguém (equipe de TI) está cuidando da segurança e do desempenho.

A análise visual se torna um idioma comum.

Os dados estão mudando a forma de conversar – em salas de reuniões, na mídia e nas mídias sociais. As pessoas estão visualizando dados para responder a perguntas, descobrir informações úteis e compartilhar histórias com profissionais de todas as áreas, especialistas em dados ou não. Com o aumento da utilização dos dados, cada vez mais pessoas recorrerão a eles para responder a perguntas profissionais e pessoais. Da mesma forma, os empregadores buscarão pessoas que possam analisar os dados com uma visão crítica. A análise visual será o idioma que permitirá às pessoas descobrir informações úteis com rapidez, colaborar de forma significativa e criar uma comunidade voltada para os dados.

Os produtos de análise de dados estão mais democráticos.

As ferramentas de análise de autoatendimento mudaram permanentemente as expectativas. Em 2016, as pessoas buscarão autonomia no fluxo da análise de dados, especialmente com a chegada de mais membros da geração Y ao mercado de trabalho. Se quiserem continuar dinâmicos, os usuários corporativos devem ser capazes de manipular determinados dados instantaneamente. E é por isso que a demanda por ferramentas de preparação de dados de autoatendimento, e até mesmo por data warehouses de autoatendimento, crescerá como uma extensão natural desse tipo de análise. Essa democratização permitirá que as pessoas respondam rapidamente às mudanças de prioridades.

A integração de dados está ainda mais emocionante.

Atualmente, muitas empresas precisam de análises ágeis. Elas querem enviar os dados certos para as pessoas certas, rapidamente. Esse não é um desafio simples, porque os dados geralmente estão armazenados em vários lugares diferentes. Trabalhar com diversas fontes de dados pode ser tedioso, impossível ou ambos. Em 2016, veremos muitos concorrentes novos na área de integração de dados. Com o aumento da oferta de ferramentas sofisticadas e o surgimento de novas fontes de dados, as empresas desistirão de tentar reunir cada byte de dados no mesmo lugar. Os exploradores de dados se conectarão a cada conjunto de dados em seus respectivos armazenamentos, usando métodos e ferramentas mais ágeis para fazer as combinações ou uniões necessárias.

Análises avançadas não são mais apenas para analistas.

Em todas as áreas das empresas, mesmo os profissionais que não são analistas estão cada vez mais exigentes. Eles querem fazer mais do que um gráfico com seus dados. Buscam uma experiência de análise mais significativa e aprofundada. As organizações adotarão plataformas que permitem aos usuários utilizar estatísticas, fazer uma série de perguntas e continuar no fluxo de suas análises.

O armazenamento de dados e as análises na nuvem decolam.

Em 2015, as pessoas começaram a adotar a nuvem. Elas se deram conta de que colocar os dados na nuvem era fácil e extremamente escalonável. Também viram que a análise na nuvem era mais ágil. Em 2016, mais pessoas migrarão para a nuvem graças, em parte, a ferramentas que as ajudam a utilizar dados da Web. Os primeiros a adotar a nuvem já estão obtendo informações desses dados, e outras pessoas estão percebendo que deveriam fazer o mesmo. Cada vez mais empresas também usarão a análise na nuvem para explorar mais dados com mais rapidez. Esse recurso passará a ser tão importante para elas quanto qualquer outro sistema essencial da empresa.

Centros de Excelência em análise assumem um papel crucial.

Cada vez mais organizações estabelecerão um Centro de Excelência para incentivar a adoção da análise de autoatendimento. Esses centros desempenham um papel vital na implementação de uma cultura baseada em dados. Através de programas de capacitação, como fóruns on-line e sessões particulares de treinamento, os centros capacitam até mesmo profissionais de outras áreas a incorporar a análise de dados em seus processos decisórios. Ao longo do tempo, esses centros permitirão que os dados sejam a espinha dorsal de todo o fluxo de trabalho da organização.

A análise em dispositivos móveis ganha sua independência.

A análise em dispositivos móveis cresceu e saiu da casa dos pais. Ela não é mais apenas uma interface para os produtos de BI tradicionais. Em 2015, começaram a surgir produtos que, desenvolvidos com a abordagem mobile-first, ofereciam uma experiência fluida que priorizava dispositivos móveis. Trabalhar com dados em qualquer lugar deixará de ser um suplício para se tornar parte dinâmica do processo de análise. As pessoas começam a descobrir os dados da Internet das Coisas.

Tudo indica que a Internet das Coisas ganhará ainda mais terreno em 2016.

Parece que tudo terá um sensor que envia informações para a nave-mãe. Pense em todos os dados que são gerados ininterruptamente por dispositivos móveis – e isso é apenas a ponta do iceberg. À medida que o volume de dados da IoT cresce, o potencial para a descoberta de informações também aumenta. Empresas buscarão ferramentas que permitam aos usuários explorar os dados e, em seguida, compartilhar suas descobertas de forma segura, controlada e interativa.

Novas tecnologias surgem para preencher as lacunas.

Há diversas tecnologias novas em desenvolvimento no ecossistema de BI. À medida que elas chegarem ao mercado, veremos lacunas que precisarão ser preenchidas. Novas empresas surgirão para fazer exatamente isso. Aceleradores do Hadoop, integração de dados NoSQL, integração com dados da IoT, aprimoramento das mídias sociais – cada uma dessas áreas oferece uma oportunidade para o surgimento de uma nova empresa. Em 2016, essas lacunas serão cada vez mais preenchidas, resultando na consolidação do mercado. Da mesma forma, as organizações continuarão migrando de soluções únicas para adotar uma pilha de soluções abertas e flexíveis que incluam essas novas tecnologias.

Ellie Fields, vice-presidente de marketing de produtos da Tableau.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside