Desempenho: um diferencial competitivo para apps

O termo “tolerância zero” descreve bem o grau de paciência dos usuários com relação a aplicativos móveis com performance deficiente. Segundo pesquisa do Institute of Management Studies (IMS), quase 90% dos usuários já desinstalou um app após ter uma experiência negativa. Apesar da falta de dados similares no Brasil, o estudo apresentado pelo Mobile Entertainment Forum (MEF) no final de 2014 indica forte crescimento do Mobile Banking e Mobile Commerce no País (52% e 62% de penetração, respectivamente), o que reforça a importância de garantir uma experiência de uso adequada ao usuário.

A Economia dos Aplicativos faz-se cada vez mais presente, uma vez que todo negócio hoje, seja qual for o segmento, depende de software para prosperar. Mas, se por um lado nunca foi tão fácil desenvolver um app devido à variedade de plataformas disponíveis, por outro o mercado nunca esteve tão saturado de soluções sem real apelo aos usuários. Assim, a fidelidade do público tende a se concentrar em um número muito restrito de apps que efetivamente agregam valor ao dia-a-dia de forma funcional, enquanto a maioria dos lançamentos cai no esquecimento muito rapidamente.

Nesse contexto, as soluções de APM (Application Performance Management) voltadas para a mobilidade ganham espaço entre organizações que desenvolvem apps. Empresas de todo o tipo e porte contam com ferramentas de APM há anos para gerar uma visão “fim-a-fim” dos múltiplos elementos que compõem transações e detectar a “causa raiz” de deficiências. As soluções mais robustas podem até mesmo identificar linhas de código com problemas, permitindo que as equipes de TI atuem de forma precisa para evitar reclamações “genéricas” dos usuários, como, por exemplo, de lentidão na rede.

O “app perfeito” não deve ser visto necessariamente como um destino, mas sim como uma jornada. Dessa forma, para criar um ciclo virtuoso de melhorias e atuar de forma proativa, é fundamental monitorar o desempenho dos sistemas e processos que impactam a performance, bem como criar alertas automáticos. Afinal, por mais que a equipe de desenvolvimento tenha testado um novo app antes do lançamento, é fundamental estar preparado para “crashes”, que por sua vez devem ser entendidos na sua totalidade para suportar novas versões.

Além do aspecto técnico, um desdobramento do Mobile APM está relacionado com a capacidade de alavancar os dados de uso de apps (mobile app analytics). Várias soluções nesse segmento disponibilizam informações do tipo “quem” usa um determinado app, “onde” e “quando” o acesso é realizado e “qual” o tipo de funcionalidade mais usada. Com o APM, essas análises poderão ir mais longe e eventualmente “cruzar” padrões de uso com performance, como por exemplo verificar se a incidência de “crash” é maior ou menor entre “heavy users”.

As soluções mais inovadoras integram APM com “Mobile APM” e têm o potencial de prover uma visão integrada de múltiplos ambientes e acompanhar como eles interagem entre si. Assim, essa convergência pode reduzir a complexidade de gestão, apoiar no desenvolvimento de aplicações (móveis ou não) cada vez melhores e gerar maior fidelidade dos usuários. Do contrário, marcas que optaram por investir em apps correm o risco de não ver o retorno esperado de suas ações, bem como de frustrar os clientes atuais e potenciais.

A tendência de migração do tráfego de internet móvel de sites para apps é um fato. Além de facilitar a vida dos usuários de forma original, apps de sucesso têm em comum uma grande preocupação com o desempenho. Essa é a realidade de um segmento cada vez mais exigente.

 Fonte: www.mobiletime.com.br

Qual é a tecnologia mobile mais adequada para um site?

As empresas estão cada vez mais percebendo a importância estratégica de se escolher a melhor tecnologia de mobilidade para seus sites empresariais. O motivo para isso é que o mercado mobile não para de crescer. Dados do IDC (International Data Corporation) apontam que o mercado de smartphones no Brasil atingiu 94% do total de celulares vendidos entre janeiro e fevereiro de 2015. Para as empresas, isso quer dizer que aquele cliente que antes acessava seu site por um notebook ou desktop agora ou em breve o fará por um dispositivo móvel. E a tendência continua, até o ponto em que a maior parte dos acessos será feita através de dispositivos móveis.

Podemos dividir as soluções de tecnologia mobile existentes para sites em dois grandes grupos: as baseadas em servidor e as baseadas no aparelho. A principal diferença entre elas é onde o conteúdo da página é processado.

Explico: nas soluções baseadas em servidor, quando o aparelho do cliente acessa uma página do site, o servidor identifica o aparelho e envia o conteúdo na medida e especificações exatas para ele. Já nas soluções baseadas no aparelho, como os chamados sites responsivos, todo o conteúdo da página é enviado ao aparelho e este é quem tem a tarefa de decidir o que mostrar e o que ocultar, fazendo com que o carregamento seja bem mais lento.

Portanto, indico três pontos para o gestor da empresa considerar ao decidir por uma tecnologia mobile: performance, flexibilidade e liberdade.

1 – Performance – Do ponto de vista de desempenho, a pergunta a ser feita é: o tempo de carregamento de uma página impacta o meu negócio? Um site de e-commerce ou um portal será muito impactado pois como muitas compras são feitas por impulso a demora não raro faz o cliente decidir comprar depois e a venda é perdida. Nesse contexto, as soluções baseadas em servidor são melhores. Por outro lado, um site institucional de uma empresa, provavelmente, seria pouco impactado se a página demorar um pouco mais para carregar. Neste caso, uma solução baseada no aparelho, como um site responsivo, é aceitável.

2 – Flexibilidade – A questão é: a empresa está disposta a ter todas as páginas do site refeitas? As soluções baseadas em servidor não necessitam de alteração no site original. Elas permitem que o layout do site mobile seja completamente independente do site desktop.

3 – Liberdade – Não tão óbvia em um primeiro momento, essa questão é importante e está intrinsecamente ligada à anterior: quanta liberdade eu desejo ter em relação ao layout do site desktop e mobile? As soluções baseadas em servidor criam uma experiência do usuário única e excelente para cada plataforma. Já os sites responsivos criam amarras que afetam tanto o mobile quanto o desktop.

Concluo que as empresas precisam avaliar a questão mobile o quanto antes a fim de atender às expectativas dos seus públicos, acompanhar as mudanças do cenário tecnológico e garantir sua fatia no mercado.

 Fonte: www.mobiletime.com.br

Tecnologia móvel contra a crise

Qual é o impacto da crise econômica sobre a indústria móvel? Do lado dos fabricantes a crise já chegou: pela primeira vez é esperada uma redução na venda de smartphones no Brasil. O consumidor está adiando a troca do seu smartphone e optando por modelos mais baratos. Do lado das operadoras celulares também há reflexos negativos: a base de linhas em serviço no País caiu em junho e a receita média por usuário está diminuindo.

E quanto ao segmento de aplicativos móveis, que vem crescendo a pleno vapor no mundo inteiro? É razoável esperar que apps voltados para entretenimento desacelerem seu ritmo, em razão da contenção de gastos dos consumidores. Porém, há uma extensa gama de ferramentas móveis para as quais esse momento de crise representa uma oportunidade única de expansão. Trata-se de aplicativos de produtividade ou que mesclam mobilidade e big data para ajudar pessoas e empresas a controlarem seus custos ou mesmo a encontrarem novas fontes de receita. Muitas delas foram tema de matérias neste noticiário ao longo dos últimos meses e estão listadas abaixo, divididas entre soluções para empresas e pessoas físicas.

Para empresas:

  • Controle de gastos com táxi – A maioria dos aplicativos de táxi disponíveis no Brasil, como 99Taxis, Easy Taxi e Wappa, oferecem um módulo corporativo, que permite às empresas controlarem os gastos de seus funcionários com deslocamentos de táxi. Na prática, trata-se da digitalização dos antigos vouchers de papel, o que traz uma série de benefícios, como registro em mapa dos percursos realizados e o acompanhamento dos gastos por colaborador. A redução de custos chega a dois dígitos em muitas empresas.
  • Publicidade móvel programática – Enquanto na mídia offline os anunciantes recebem apenas estimativas da audiência alcançada, na publicidade móvel é possível saber exatamente quem, quando e onde seu anúncio foi visto. E mais do que isso: dá para programar para que a sua campanha atinja apenas o seu público-alvo, seguindo critérios bastante específicos de segmentação por sexo, comportamento, localização, tipo de aparelho etc. O investimento em publicidade móvel é portanto mais assertivo e passível de mensuração, comprovando os resultados entregues. Não à toa diversas empresas desse setor relatam que cresceram dois e até três dígitos no primeiro semestre apesar da crise.
  • Controle de quilômetros rodados – Uma das maiores dores de cabeça para qualquer grande empresa é controlar e auditar os gastos de seus colaboradores em campo, especialmente quilômetros rodados. Um app brasileiro chamado Expense Mobi procura resolver esse problema. Em vez de preencherem planilhas em Excell informando quantos quilômetros percorreram, os funcionários marcam no app o início e o final de seu trajeto a trabalho. O app registra o percurso, aproveitando o GPS do smartphone, calcula quantos quilômetros foram rodados e envia automaticamente para o gestor da empresa. Também tem um módulo de controle de despesas variadas, como refeições, cujas notas fiscais são enviadas por foto. Seus criadores afirmam que, em média, a adoção do Expense Mobi reduz em 30% os gastos de uma empresa com esse tipo de reembolso.
  • mPOS – Muitos profissionais liberais e microempresários deixam de faturar porque não aceitam pagamentos com cartão de crédito. Um dos motivos é o alto custo de aluguel das máquinas de POS das redes de adquirência tradicionais. A saída pode estar em transformar o seu smartphone em uma máquina de POS, acoplando um leitor de cartão, solução conhecida como mPOS. Há diversas empresas oferecendo esse tipo de serviço no Brasil, como Bin Mobile, iZettle, PagSeguro, Payleven eSumup.
  • Pesquisas móveis – O celular pode ser um canal eficiente, rápido e barato para a realização de pesquisas de opinião. Nos últimos anos, surgiram várias empresas no Brasil oferecendo esse tipo de serviço, como MeSeems, PiniOn e OpinionBox. Para as operadoras, a Atchik recentemente criou uma solução de pesquisa via SMS, muito mais em conta e ágil do que aquela feita por ligação telefônica. O celular também tem sido usado para pesquisas de trade marketing em pontos de venda, melhorando a precisão dos dados coletados e agilizando a resposta dos fabricantes e distribuidores diante de eventuais problemas. Spring Mobile e IPDV são alguns dos fornecedores nacionais neste caso.
  • Automação de equipes de campo – Há inúmeras soluções de automação de equipes de campo disponíveis no mercado. Basicamente elas ajudam a otimizar os roteiros de ordens de serviço, economizando tempo dos técnicos e gastos com deslocamento. Alguns dos players que já foram notícia em MOBILE TIME são Clicksoftware, MC1 e Spring Mobile.
  • TEM e MDM – Soluções de gerenciamento de contas de telecomunicações (TEM) e de gerenciamento de terminais móveis (MDM) costumam reduzir em 20% os gastos das empresas e proteger o investimento feito em aparelhos. Entre os players nacionais, destaca-se a atuação da Navita nessa área, que recentemente lançou uma plataforma para pequenas e médias empresas acessarem esses serviços.

Para pessoas físicas:

  • Gestão de finanças pessoais – Muita gente tem dificuldade em gerir seus gastos mensais. Há aplicativos que podem ajudar nesse processo, como o GuiaBolso, que captura as informações de maneira automática. Para quem tem receio de entregar sua senha de Internet banking, há outras opções em que a inserção dos dados é feita manualmente, como o Mobills.
  • Renda extra – Há vários apps que podem gerar uma renda extra para as pessoas. Quem tem um quarto sobrando em casa pode alugá-lo pelo AirBNB. Quem está desempregado mas com um bom carro na garagem pode virar motorista do Uber. Quem tem coisas velhas para vender pode anunciar no MercadoLivre, OLX ou similares, tirando fotos dos produtos e publicando diretamente pelo smartphone. E quem tiver dons de artesão pode vender suas criações através do Elo7.
  • Nubank – Para quem não se conforma em pagar anuidade de cartão de crédito, o Nubank é uma boa opção. Trata-se de um cartão Mastercard platinum internacional que é todo gerido através de um app móvel, desde a solicitação e o envio de dados cadastrais, até o controle dos gastos, passando pelo desbloqueio do cartão. Mais de 400 mil pessoas já solicitaram a emissão de um cartão do Nubank.
  • Preço da gasolina no Waze – Todo mundo que tem carro e smartphone conhece o Waze. Mas nem todos os usuários do aplicativo de navegação repararam na existência de uma ferramenta de comparação de preços de combustível dentro do app. Depois de clicar em “navegar”, experimente apertar o botão “preços”, com um símbolo de uma bomba de gasolina, à esquerda, embaixo. O Waze apresentará uma lista com os postos de combustível mais próximos e seus respectivos preços para gasolina comum. As informações são atualizadas pelos próprios usuários. Os melhores preços estão coloridos de verde e os piores, de vermelho. Se clicar no nome de um posto, o Waze traz mais informações, como os preços para gasolina aditivada, diesel e etanol, além de ensinar como dirigir até lá.
  • Apps de comparação de preços – Para compras de alto valor é importante comparar preços. Sites como Buscapé e Zoom estão disponíveis na forma de aplicativo móvel e devem ter a sua utilização ainda mais popularizada em tempos de crise econômica e alta da inflação, pois ajudam o consumidor a encontrar a melhor oferta.
  • Carteira móvel – Para profissionais desbancarizados, a adoção de um serviço de carteira móvel como TIM Multibank, Meu Dinheiro Claro ou Zuum é uma forma de garantir maior segurança ao receber e realizar pagamentos, pois se evita andar com dinheiro vivo no bolso pela cidade. As operações podem ser feitas através de qualquer celular, mesmo que não seja um smartphone. Promocionalmente, o Zuum suspendeu suas tarifas para pagamento de contas e para transferências até o final do ano.
Fonte: www.mobiletime.com.br

Apps de sucesso: o que as pessoas procuram?

Vivemos na era dos aplicativos e não há como fugir. Contamos com estas plataformas para saber como está o trânsito, avaliar qual o melhor caminho para chegar em casa, nos comunicar com amigos e familiares – seja por mensagens de texto ou através das redes sociais – e diversas outras atividades básicas do dia a dia. Por isso, quem investir neste mercado pelos próximos anos certamente terá sucesso.

Sabemos que hoje são mais de 1,8 milhão de apps disponíveis para serem baixados. Mas se engana quem pensa que não há mais o que inventar. Se parar para pensar, há sempre uma oportunidade para criar algo inovador. Às vezes a ideia surge no momento em que menos se espera, como em uma conversa com os amigos, por exemplo. Mas quem atua nesta área não pode aguardar o conceito surgir. É preciso conhecer bem o mercado de atuação para conseguir avaliar as melhores oportunidades.

Contudo, é sabido que por trás de um simples aplicativo de troca de mensagens há uma complexa arquitetura tecnológica. O programador muitas vezes define quais são as melhores funções que pretende criar, mas há uma demora tão grande no desenvolvimento que quando o app fica pronto já surgiu outro similar. Por isso, é preciso buscar alternativas que ajudem a acelerar a criação da plataforma, como ferramentas de automatização de desenvolvimento, para que assim a maior parte do tempo investido seja na concepção de boas ideias.

E se engana quem pensa que se destacar significa criar apps ultra mega elaborados. Muito pelo contrário, fazer o simples é o mais difícil. E é exatamente isso que as pessoas querem. Um estudo realizado pela Nielsen Analytics mostra que os aplicativos de utilidade e produtividade cresceram cerca de 150% no último ano. Os usuários dos dispositivos móveis buscam facilidade e praticidade.

Mas para criar um bom aplicativo outros pontos também devem ser considerados. Um bom design, por exemplo, é fundamental, assim como uma boa usabilidade. Também não adianta desenvolver para apenas uma plataforma. Este mercado está cada vez mais divido e atingir todos os públicos é a melhor opção. Também vale ficar de olho nas avaliações que os usuários fazem de plataformas similares para não errar.

Quem acompanha o noticiário de TI sabe que os investimentos em mobilidade por parte das empresas só cresce. Uma pesquisa realizada pela IDC Analyze the Future, por exemplo, aponta que em 2015 o acesso à internet via dispositivo móvel será maior do que via PC ou notebook. Com este dado, não é difícil concluir que o número de apps só tende a aumentar.

Por isso, este setor demanda cada vez mais profissionais qualificados e preparados, que tenham boas ideias e sejam ágeis no desenvolvimento, afinal, ninguém quer perder o timing para a concorrência. Existem muitas oportunidades nesta área e os interessados em seguir esta carreira devem se preparar. Certamente, vale a pena investir na carreira de desenvolver mobile.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/

Duas em cada três empresas brasileiras estão indo para a nuvem

A computação em nuvem é uma realidade no mercado brasileiro, revela estudo da Frost&Sullivan. Tanto é assim que 41% das empresas já estão investindo em algum modelo e 42% das empresas brasileiras estão pretendendo investir até o final de 2015. Desse último grupo, 25 das empresas estarão investindo pela primeira vez.

A maioria das empresas investe no modelo de cloud privada, mas de acordo com a consultoria, o modelo híbrido será a principal opção das empresas nos próximos anos. Esta tendência está em linha com o aumento da percepção das empresas de que o melhor modelo de negócios– on-premise, privado ou público – depende da necessidade que está sendo levada em consideração.

O levantamento da Frost&Sullivan, realizado com 313 empreas nacionais, mostra que elas estão tendo um melhor entendimento sobre o conceito de cloud computing, porém ainda possuem os mesmos receios sobre a questão da falta de confidencialidade dos dados. Com segurança sendo um importante fator para investir em cloud, não é uma surpresa que fatores como infraestrutura, conectividade e SLA são citados como os mais importantes na hora de selecionar um provedor de cloud computing.

O levantamento da consultoria mostra que, hoje, o principal desafio para os provedores de cloud computing é provar ao cliente que suas operações são seguras. Muitas empresas na região ainda acreditam que enviar informações para a nuvem as deixam mais vulneráveis.

Culturalmente, as empresas brasileiras preferem centralizar o controle, e estes executivos equalizam o uso da cloud com uma perda de controle. Estas empresas ainda não perceberam que será díficil para elas estar tão bem equipadas quanto os provedores de serviços para se defender de ameaças inteligentes.

“Os provedores de serviços de cloud precisam deixar claro aos seus clientes, os esforços que estão realizando para aumentar a proteção de dados; como por exemplo, buscando certificações,” disse Guilherme Campos, analista senior de TI da Frost & Sullivan.

“A mensagem de que os dados estarão seguros e inacessíveis para outras empresas também deve ser foco na divulgação aos clientes. Essas medidas deixarão os responsáveis pelos investimentos mais tranquilos, eliminando o principal receio das empresas e consequentemente aumentando a carteira de clientes dos provedores de cloud,” completa Campos.

No final de 2015, prevê a consultoria, aproximadamente 66% das empresas brasileiras esperam ter no mínimo algum tipo de investimento na nuvem, indicando que existe uma ampla oportunidade para todos os provedores de cloud.

Fonte: http://wmonline.com.br/