ERP na nuvem: como decidir pela mudança

Os sistemas de gestão empresarial (conhecidos como ERP) estão entre os mais relevantes tópicos dos negócios da atualidade pelo fato de conectarem as organizações com fontes de dados e processos estratégicos a fim de mantê-la competitiva. O outro lado da moeda, entretanto, é que eles podem dificultar a inovação e prejudicam a agilidade.

Nos tempos modernos, que predominam as transformações digitais e nuvem, os usuários de ERP enfrentam um dilema: a difícil decisão entre abandonar seu sistema de tradicional e migrar para a nuvem, ou manter tudo como está.

As dúvidas são comuns entre os tomadores de decisões. Seguir adiante em busca de inovações com melhores extensões? Ou começar novamente, criando uma nova arquitetura para as principais iniciativas no mundo digital? Independentemente da decisão, estas opções terão um impacto em cada empresa, de acordo com sua estratégia de mercado.

Como definir o melhor caminho? Ainda que dependa de diversos fatores, sendo que um deles se destaca. Trata-se da velocidade das mudanças – tanto da sua própria empresa, quanto do setor em que atua .

Essas ambições exigem mudanças rápidas no modelo e a opção é clara: começar imediatamente a construir uma nova arquitetura. Por outro lado, se seus negócios são estáveis e a a principal necessidade é a eficiência operacional, não é problema continuar no modelo tradicional um pouco mais.

As empresas que atuam nos setores de telecomunicações, bancos, hotelaria, saúde, educação, tecnologia e varejo – todas afetadas pelas inovações digitais – devem mudar com rapidez. O sucesso ou a sobrevivência requerem transformações essenciais para apoiar novos consumidores, canais, serviços, modelos de faturamento, KPIs,…… E, os sistemas e processos de hoje são um obstáculo para esse movimento.

Mas nem sempre a mudança é conduzida por fatores externos. Alguns requisitos internos podem influenciar os modelos de negócios de certas indústrias adjacentes, como por exemplo, as empresas de telecomunicações estão se movendo para o setor de segurança para o lar com serviços de monitoramento). Nesses casos, existem duas opções: a renovação do ERP com novas divisões ou existentes – modernização divisional do ERP no modelo apresentado anteriormente – ou iniciar uma transformação mais ampla com uma renovação completa de sistemas e processos.

O melhor caminho depende da capacidade que a empresa tem para mudar. Se a sua cultura e seus líderes são abertos às mudanças, você deveria realizá-la em sua essência, pois é a trilha mais ágil para acelerar a transformação em escala.

Por outro lado, empresas de setores relativamente estáveis – serviços, produtos químicos, setor público e de manufatura, por exemplo, podem conduzir esse processo por meio de melhorias progressivas. Para tanto, o mais simples é a evolução do ERP. É possível otimizar seus investimentos com a redução de custos específicos (excelência operacional, no modelo anterior) ou realizar melhorias na entrega comercial, com extensões otimizadas (inovação no limite). Em muitos casos, ambas deverão ser realizadas. A estratégia é aproveitar os ativos e obter lucros incrementais em termos de redução de custos.

Para as empresas que optam por uma renovação completa, a solução de ERP em nuvem oferece uma plataforma ágil, início rápido, avanços na gestão, redução de custos e relatórios e análises aprimoradas. Por experiência, a melhor abordagem é mudar os processos atuais para a nuvem, passo a passo, em sequências rápidas de 90 dias.

As empresas que optarem pela otimização de seus sistemas, existe a possibilidade de ampliar as principais capacidades ERP locais com extensões de alto valor, como aplicativos avançados de relatórios, planejamento e orçamento, suprimento, gestão de talentos e outras. Este modelo híbrido ajuda a alcançar o mais baixo custo de propriedade por meio dos serviços gerenciados na nuvem e infraestrutura convergente.

Em resumo: a mudança não está chegando, ela já chegou.

Fonte: http://www.baguete.com.br/

Palpites para a indústria móvel em 2016

Com a virada de ano, a tendência a brincar de prever o futuro é quase irresistível. Aqui vão alguns palpites que tenho para os próximos meses nas indústrias de tecnologia, internet, mídia e entretenimento.

1. No meio de todo o barulho das redes sociais e da enxurrada de informação, o SMS torna-se relevante novamente como uma forma confiável, barata e fácil de repassar conteúdo de empresas aos consumidores. Serviços de faturamento, o mercado de SMS, de geolocalização e de segurança o aproveitam bastante.

2. Crianças não querem mais doces, querem tecnologia móvel. O número de crianças com celulares cresce sem parar, impactando na forma em que iremos nos comunicar com eles dentro de alguns anos.

3. O varejo não utiliza realmente beacons ou aplicativos de geolocalização, mas é exatamente por isso que são estratégicos e relevantes para varejistas que querem ser reconhecidos como expoentes em tecnologia. Não atingirá as massas, mas continua interessante.

4. A privacidade torna-se um recurso estratégico para negócios que dependem de informações dos usuários. A disputa entre segurança pública e privada continua, mas de agora em diante os consumidores terão a palavra final sobre isto. A Europa privilegia a privacidade, os Estados Unidos privilegiam a segurança, e o resto do mundo assiste e aprende com suas experiências.

5. Pelo menos 15 empresas na lista das 500 da Forbes serão hackeadas e os dados de seus consumidores serão expostos. A segurança também importa aos consumidores.

6.  O número de pessoas procurando por tomadas aumenta, enquanto ninguém resolveu o problema das baterias. Elon Musk, estou contando com você.

7. A automação ganha espaço na sua casa, no seu carro, nas tarefas repetitivas em seu celular. Dispositivos móveis (e os relógios) são ótimos controles remotos, no final das contas.

8. Carteiras eletrônicas não acrescentam muito onde a indústria financeira for tecnologicamente madura, como no Reino Unido e no Brasil.

9. Redes sociais funcionam melhor em um contexto e com interação humana; afinal de contas, estamos em uma conversa. As marcas começam a perceber que robôs não servem para tudo, especialmente para falar com a geração Y.

10. A indústria musical se reinventa em torno dos serviços de streaming, o novo centro gravitacional da música. A Apple, o Google e outros gigantes começam a agir como gravadoras, fechando propostas, lançando carreiras e promovendo conteúdos. Artistas de sucesso não precisam de streaming livre, leve e solto de sua arte. A indústria começa a se concentrar em alguns serviços de streaming para continuar relevante.

11. Video on demand (VOD) é a nova TV, já que os esportes, as notícias ao vivo e os shows são as únicas coisas que prendem os telespectadores aos canais tradicionais de TV. Provedores de TV a cabo tornam-se provedores de internet e não ligam mais para a abundância de canais e conteúdo, uma vez que é mais lucrativo manter relevante a infraestrutura da internet.

12. Relógios, pulseiras, fones de ouvido, óculos, aparelhos com IoT estão aqui para ficar e se tornarem, devagar e silenciosamente, comuns. Se você acordar e se sentir um ciborgue, não se assuste. Afinal, estamos em 2016

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/

Como cloud pode ajudar as empresas a reduzirem custos

Há tempos já não conseguimos imaginar como seria um dia de trabalho – ou de folga – sem internet, e agora estamos criando a mesma dependência em tecnologia de cloud computing (computação em nuvem). Mesmo sem perceber, a nuvem está em muitas ferramentas do nosso dia a dia: e-mail, streaming de música e filme, armazenamento de fotos, aplicativos online e outros mais.

Essa tecnologia tem revolucionado a maneira como as pessoas e empresas gerenciam suas atividades, suas comunicações e seus dados. O cloud permite que a empresa armazene e utilize conteúdo de diversas aplicações em qualquer lugar e em diferentes dispositivos. Apesar de ainda existir um certo desconhecimento sobre a tecnologia, um dos maiores benefícios trazidos é um grande atrativo para as empresas: redução de custos.

Além dos custos da infraestrutura dos aparatos tecnológicos, é preciso considerar os gastos com energia, consultoria, técnicos responsáveis, manutenções etc., que devem sair do orçamento de TI. Segundo o Gartner, o custo total de propriedade (TCO) de um sistema em geral é 60% de infraestrutura e operação.

Veja, a seguir, alguns pontos que mostram como cloud pode reduzir os custos da empresa com tecnologia:

  • Menos infraestrutura pesada e corte de gastos com TI – Os custos referentes aos equipamentos e alocação de espaço são os primeiros a serem notados (e cortados) quando uma organização começa a utilizar o serviço na nuvem, tendo uma ideia do quanto será economizado. As empresas contratadas para fornecerem cloud são responsáveis também pelo acompanhamento, manutenção, alterações e suporte das ferramentas, portanto, não há necessidade de uma equipe de TI fixa e interna, reduzindo assim os gastos com funcionários, e com um atendimento focado na experiência e segurança do usuário.
  • Flexibilidade e escalabilidade do service – Ao utilizar softwares tradicionais servidos pela internet, a empresa precisa investir em servidores (hardware), link internet, sistemas preventivos de paralisação de energia (no-breaks, geradores) que crescem conforme o uso do software. Somam-se a estes os custos operacionais de manutenção e de um técnico especializado. Ao utilizar o cloud essas despesas são transformadas de Capex (investimento normalmente alto) em Opex (aluguel, mais barato). Como o software e as informações armazenadas estão em ambiente externo, você pode contratar um plano de acordo com a necessidade do seu negócio e aumentar a capacidade conforme o crescimento da empresa, evitando desperdício de recurso ao pagar por espaço ocioso.
  • Mais segurança – Outra grande vantagem proporcionada pela nuvem é a segurança das informações e a redução dos custos com a perda de dados. Como os servidores são externos, as informações são protegidas de eventuais acidentes como incêndios, picos de luz, alagamentos etc. Esses riscos são praticamente inexistentes na nuvem, pois esta tecnologia permite criar um ambiente de TI utilizando diversos datacenters em locais diferentes, criando planos de contingência que garantem a segurança e a disponibilidade dos serviços. Além disso, são realizados backups sistemáticos de modo a garantir a segurança das informações importantes ao longo do tempo.
  • Otimização dos processos – Com mais recursos tecnológicos e menos gastos, é possível otimizar os processos da empresa, fazendo com que o trabalho seja mais rápido e eficiente. É muito capaz que essa maior agilidade reflita em um aumento da lucratividade ou crescimento do negócio.
Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside

2016, o ano do software

A tecnologia da informação no formato em que conhecemos hoje está morta. O que antes era apenas uma missão para “manter as luzes acesas” evoluiu para a necessidade de engajar e fidelizar clientes. E, cada vez mais, para que uma empresa se beneficie da nova tecnologia da informação, precisa investir em software.

Com o software agora posicionado no centro do negócio, organizações estão se transformando digitalmente no sentido de adotar práticas ágeis e novas tecnologias que entreguem inovações ao mercado de maneira rápida e segura. Desta forma, conseguem fazer com que seus clientes estejam sempre por perto, desejando novos produtos e soluções.

Mas quais são os principais desafios para que estas organizações comecem esse processo de transformação digital em 2016?

  1. Para desenvolvimento flexível e em escala, invista em containers

O ano de 2016 verá pelo menos um sonho de décadas tornar-se realidade – a criação de um fluxo de desenvolvimento baseado em componentes, ligado a práticas ágeis e contínuas de desenvolvimento, permitindo que organizações se transformem num ritmo mais acelerado do que nunca.

O foco será nos serviços menores, que poderão ser implantados independentemente, entregando novos recursos de maneira contínua. Os dias de espera para a revisão de aplicativos inteiros estão acabados.

Microsserviços e containers (tecnologia que permite executar processos e testes de maneira isolada, com segurança e estabilidade) proporcionarão maior poder de flexibilidade e escala no processo de desenvolvimento. As duas tecnologias transformarão a maneira com que desenvolvedores constroem, implantam e atualizam aplicativos e acelerarão a necessidade de que práticas ágeis fiquem à frente das mudanças no mercado e das exigências dos clientes.

  1. “Segurança ágil” entra em campo

Segurança não pode mais ser uma reflexão tardia. Tem que ser preparada sob todos os aspectos do design de aplicativos, desenvolvimento e implantação.

A aceleração dos ciclos de desenvolvimento de softwares faz com que a segurança tenha que estar na base de qualquer projeto ou processo de desenvolvimento.

Para 2016, todos os caminhos levam à ideia emergente de “segurança ágil”. Trazer segurança mais cedo ao processo, junto à metodologia DevOps e a práticas ágeis, adiciona o imprescindível terceiro pilar ao desenvolvimento de software em escala e alta velocidade.

  1. Analytics por todas as partes ditarão o valor do cliente

Com o passar dos anos, os analytics evoluíram de inteligência de negócios para transacional e big data. A partir de agora, análises em tempo real que elevam a experiência do cliente na medida em que ligam previsões a ações prescritivas se tornarão praxe.

Em 2016 nós entraremos em uma era na qual o fator demográfico permitirá às organizações personalizar serviços, definir preços, vendas e produtos em tempo real para o indivíduo. Com os analytics, levaremos melhores experiências ao cliente, na medida em que colocamos a segurança que protege os consumidores como pano de fundo. Novas técnicas de análises usarão padrões de comportamento e o aprendizado das máquinas para separar clientes reais de fraudadores e proporcionarão transações e experiências com menos costuras.

  1. Internet das coisas: do reino das possibilidades interessantes ao mundo da aplicação real

Ainda que a internet das coisas, um elemento da transformação digital, seja uma tecnologia de alto potencial, podemos dizer que ela ainda engatinha. Analytics e segurança seguram a chave para abrir a porta que agregará mais valor aos consumidores.

As particularidades inerentes ao mundo da internet das coisas criam mais vulnerabilidades e pontos de ataque do que nunca e aumentam as chances de conflito. Conceitualmente, a internet das coisas é aquela elegante nova onda que todos querem surfar, mas abaixo da superfície há um terreno cheio de complexidades que precisam ser acessadas e entendidas.

Na medida em que a internet das coisas chega ao mainstream, a “identidade das coisas” passará a ser fundamental. Da mesma maneira que a identidade de uma pessoa precisa ser autenticada, a “identidade” de um dispositivo e qualquer fluxo de dados que chegue a ele também precisam ser confirmados e definidos como confiáveis.

Ferramentas como identidade e gerenciamento de acesso (IAM) para internet das coisas e tabelas de interação são necessárias para assegurar que estamos engajados com as “coisas certas” e elas não estão conflitando, anulando ou duplicando a si mesmas no ambiente.

Enquanto sensores de internet das coisas e dispositivos inteligentes proliferam e interagem conosco em áreas críticas, como Saúde e indústrias automotivas, eles ajudarão a simplificar – e talvez salvar – nossas vidas e melhorar as experiências dos clientes.

  1. Blockchain encontra o seu fundamento

A surpresa de 2016 será o ressurgimento da tecnologia blockchain e o seu refinamento ao ponto de que realmente encontrará seu lugar fora do livro de contabilidade do Bitcoin.

Blockchain era uma palavra-chave para muitas startups há dois anos e está pronta para renovação, quando olhamos para o crescimento da internet das coisas e necessidade de envolvimento seguro entre dispositivos.

Uma tecnologia como a blockchain, que depende de uma rede de computadores e tem a privacidade como elemento central, será um importante facilitador da internet das coisas e da transformação digital de qualquer organização, uma vez que simplifica ainda mais as operações para se ter mais agilidade e receptividade do cliente.

A tecnologia blockchain terá que superar sua “culpa por associação” aos problemas relacionados ao Bitcoin, mas há claramente a capacidade para se tornar a “bola da vez” para sensores e internet das coisas em geral.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside

ABNT normatiza computação em nuvem

Entrou em vigor no último dia 7, a norma ABNT NBR ISO/IEC 17788:2015, que fornece uma visão geral sobre a computação em nuvem, assim como um conjunto de termos e definições sobre o tema. Trata-se da versão em português de um trabalho realizado em cooperação entre a International Telecommunication Union (ITU), que coordena padrões internacionais para telecomunicações, e a International Organization for Standardization (ISO), uma organização internacional para padronização.

No Brasil, esse trabalho ficou a cargo de equipes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Serpro e Anatel, que trabalharam juntas por cerca de dois anos.

Luiz Guilherme Aldabalde, analista da coordenação de Tecnologia do Serpro que participou das discussões sobre a norma, explica que a criação desse documento estabelece uma referência para definição sobre o escopo e a aplicação da computação em nuvem, auxiliando o desenvolvimento dos mercados nacionais de TI e servindo de apoio às agências reguladoras. “Toda vez que se estabelece um padrão sobre uma tecnologia fica mais fácil entender o assunto, avaliar as diferenças entre fornecedores e propor melhorias. Isso significa que uma norma passa a ser uma referência para aquisição ou elaboração de algum produto e para diferenciação entre os diversos fornecedores relacionados ao segmento”, avalia.

Aldabalde destaca que a participação do Brasil na elaboração de uma norma internacional desde seu início é um fato inédito, cujo mérito deve ser dedicado à ABNT como coordenadora do grupo nacional. “Nós do Serpro participamos deste trabalho desde o princípio, quando ainda estavam sendo iniciadas as atividades na ISO. Podemos dizer, sem sombra de dúvida, que o país teve uma participação efetiva na elaboração desta norma, analisando os documentos enviados, propondo novas definições, solicitando correções e tendo seu trabalho reconhecido através da incorporação das diversas contribuições apresentadas”, acrescenta o analista.

Arquitetura

Esta primeira norma é um conjunto de termos e definições que formam uma base para a elaboração da Arquitetura de Referência para Computação em Nuvem, uma segunda norma internacional sobre o tema, cujo trabalho de tradução já foi iniciado pela ABNT e deve ser concluído ainda em 2016. A proposição de uma Arquitetura de Referência para Computação em Nuvem, completa Aldabalde, permitirá a compreensão dos diversos elementos que compõem uma solução e como esses elementos interagem entre si, dando ainda mais clareza ao mercado de computação em nuvem.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside

As dez principais tendências de business intelligence para 2016

O ano de 2015 trouxe mudanças significativas para o mundo do business intelligence (BI). Mais organizações abriram o acesso aos dados para seus funcionários e mais pessoas começaram a ver os dados como uma ferramenta importante para realizar seu trabalho.

As regras do BI estão evoluindo, e isso vem causando uma grande mudança cultural em alguns locais de trabalho, não só pela velocidade dos avanços tecnológicos, mas também por novas técnicas para extrair valor dos dados.

Todos os anos, na Tableau, paramos para conversar sobre o que está acontecendo de interessante no setor. Essa discussão é o fio condutor da nossa lista das principais tendências de BI para o ano seguinte. Veja as nossas previsões para 2016.

O início de uma grande amizade entre a governança e a análise de autoatendimento.

Para muitas pessoas, a governança e a análise de autoatendimento são inimigas naturais. Talvez seja por isso que vê-las andando de mãos dadas cause tanta surpresa. A guerra acabou e a lacuna cultural entre empresas e tecnologia está diminuindo. As organizações já sabem que a governança de dados, quando feita corretamente, pode incentivar uma cultura de análise e atender às necessidades dos negócios. As pessoas ficam mais propensas a analisar seus dados quando têm fontes de dados centralizadas, organizadas e rápidas; e quando sabem que alguém (equipe de TI) está cuidando da segurança e do desempenho.

A análise visual se torna um idioma comum.

Os dados estão mudando a forma de conversar – em salas de reuniões, na mídia e nas mídias sociais. As pessoas estão visualizando dados para responder a perguntas, descobrir informações úteis e compartilhar histórias com profissionais de todas as áreas, especialistas em dados ou não. Com o aumento da utilização dos dados, cada vez mais pessoas recorrerão a eles para responder a perguntas profissionais e pessoais. Da mesma forma, os empregadores buscarão pessoas que possam analisar os dados com uma visão crítica. A análise visual será o idioma que permitirá às pessoas descobrir informações úteis com rapidez, colaborar de forma significativa e criar uma comunidade voltada para os dados.

Os produtos de análise de dados estão mais democráticos.

As ferramentas de análise de autoatendimento mudaram permanentemente as expectativas. Em 2016, as pessoas buscarão autonomia no fluxo da análise de dados, especialmente com a chegada de mais membros da geração Y ao mercado de trabalho. Se quiserem continuar dinâmicos, os usuários corporativos devem ser capazes de manipular determinados dados instantaneamente. E é por isso que a demanda por ferramentas de preparação de dados de autoatendimento, e até mesmo por data warehouses de autoatendimento, crescerá como uma extensão natural desse tipo de análise. Essa democratização permitirá que as pessoas respondam rapidamente às mudanças de prioridades.

A integração de dados está ainda mais emocionante.

Atualmente, muitas empresas precisam de análises ágeis. Elas querem enviar os dados certos para as pessoas certas, rapidamente. Esse não é um desafio simples, porque os dados geralmente estão armazenados em vários lugares diferentes. Trabalhar com diversas fontes de dados pode ser tedioso, impossível ou ambos. Em 2016, veremos muitos concorrentes novos na área de integração de dados. Com o aumento da oferta de ferramentas sofisticadas e o surgimento de novas fontes de dados, as empresas desistirão de tentar reunir cada byte de dados no mesmo lugar. Os exploradores de dados se conectarão a cada conjunto de dados em seus respectivos armazenamentos, usando métodos e ferramentas mais ágeis para fazer as combinações ou uniões necessárias.

Análises avançadas não são mais apenas para analistas.

Em todas as áreas das empresas, mesmo os profissionais que não são analistas estão cada vez mais exigentes. Eles querem fazer mais do que um gráfico com seus dados. Buscam uma experiência de análise mais significativa e aprofundada. As organizações adotarão plataformas que permitem aos usuários utilizar estatísticas, fazer uma série de perguntas e continuar no fluxo de suas análises.

O armazenamento de dados e as análises na nuvem decolam.

Em 2015, as pessoas começaram a adotar a nuvem. Elas se deram conta de que colocar os dados na nuvem era fácil e extremamente escalonável. Também viram que a análise na nuvem era mais ágil. Em 2016, mais pessoas migrarão para a nuvem graças, em parte, a ferramentas que as ajudam a utilizar dados da Web. Os primeiros a adotar a nuvem já estão obtendo informações desses dados, e outras pessoas estão percebendo que deveriam fazer o mesmo. Cada vez mais empresas também usarão a análise na nuvem para explorar mais dados com mais rapidez. Esse recurso passará a ser tão importante para elas quanto qualquer outro sistema essencial da empresa.

Centros de Excelência em análise assumem um papel crucial.

Cada vez mais organizações estabelecerão um Centro de Excelência para incentivar a adoção da análise de autoatendimento. Esses centros desempenham um papel vital na implementação de uma cultura baseada em dados. Através de programas de capacitação, como fóruns on-line e sessões particulares de treinamento, os centros capacitam até mesmo profissionais de outras áreas a incorporar a análise de dados em seus processos decisórios. Ao longo do tempo, esses centros permitirão que os dados sejam a espinha dorsal de todo o fluxo de trabalho da organização.

A análise em dispositivos móveis ganha sua independência.

A análise em dispositivos móveis cresceu e saiu da casa dos pais. Ela não é mais apenas uma interface para os produtos de BI tradicionais. Em 2015, começaram a surgir produtos que, desenvolvidos com a abordagem mobile-first, ofereciam uma experiência fluida que priorizava dispositivos móveis. Trabalhar com dados em qualquer lugar deixará de ser um suplício para se tornar parte dinâmica do processo de análise. As pessoas começam a descobrir os dados da Internet das Coisas.

Tudo indica que a Internet das Coisas ganhará ainda mais terreno em 2016.

Parece que tudo terá um sensor que envia informações para a nave-mãe. Pense em todos os dados que são gerados ininterruptamente por dispositivos móveis – e isso é apenas a ponta do iceberg. À medida que o volume de dados da IoT cresce, o potencial para a descoberta de informações também aumenta. Empresas buscarão ferramentas que permitam aos usuários explorar os dados e, em seguida, compartilhar suas descobertas de forma segura, controlada e interativa.

Novas tecnologias surgem para preencher as lacunas.

Há diversas tecnologias novas em desenvolvimento no ecossistema de BI. À medida que elas chegarem ao mercado, veremos lacunas que precisarão ser preenchidas. Novas empresas surgirão para fazer exatamente isso. Aceleradores do Hadoop, integração de dados NoSQL, integração com dados da IoT, aprimoramento das mídias sociais – cada uma dessas áreas oferece uma oportunidade para o surgimento de uma nova empresa. Em 2016, essas lacunas serão cada vez mais preenchidas, resultando na consolidação do mercado. Da mesma forma, as organizações continuarão migrando de soluções únicas para adotar uma pilha de soluções abertas e flexíveis que incluam essas novas tecnologias.

Ellie Fields, vice-presidente de marketing de produtos da Tableau.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside

Uso dos aplicativos móveis cresceu 58% em 2015

Estamos mais “viciados” nos aplicativos. É o que constata a nova pesquisa mundial da Flurry sobre consumo dos apps. O uso dos apps mobile cresceu de 58% em 2015 em relação ao ano anterior, sendo que 40% deles foram feitos por usuários antigos. O número de usuários que passaram a consumir mais aplicativos é alto se comparado com os últimos anos, 20% em 2014 e 10% em 2013.

Das áreas que mais tiveram crescimento, os apps de “personalização” se destacam com um aumento de 332% em 2015. De acordo com a análise, os usuários aderiram mais aos aplicativos de emojis e configurações de tela para serem usados em conversas no WhatsApp, Facebook Messenger, Line e Snapchat.

Outro setor com desempenho na casa dos três dígitos foi o dos aplicativos de “notícias e revistas”. Com 141% de aumento em relação a 2014, eles demonstraram uma mudança do consumo de conteúdo e notícias das TVs e PCs para smartphones e phablets.

Os aplicativos de produtividade aparecem com 119% de crescimento em 2015 ante 2014. A Flurry acredita que o principal motivo para o crescimento é a utilização de handsets como principal dispositivo dos estudantes do ensino médio e superior, pois a maioria utilizaria apps de e-mail e documentos como Gmail, Google Docs, Quip, Slack e Microsoft Office.

No entanto, o “sinal vermelho” acende para os games. O consumo de jogos em dispositivos móveis recuou 1% quando comparado ao cenário do ano anterior, mas eles podem ter uma oportunidade de crescer por meio de novos conteúdos para os phablets.

Phablet, o fator dominante

A categoria de celular com telas acima de 5,5 polegadas é considerada promissora pela pesquisa. Ela foi que mais cresceu em tempo de uso entre os dispositivos móveis, 334%, bem superior a média de 117% de tablets e smartphones de telas pequenas, médias e grandes;  além de responder por 27% dos handsets vendidos no período de festas.

Segundo a Flurry, o phablet deve se tornar o fator dominante da indústria mobile a partir do 1º trimestre de 2017, com 52% dos aparelhos no setor, seguido por 29% dos smartphones de tela média e pequena. Um dos principais fatores para o seu desenvolvimento deverá ser a adoção dos telefones de tela grande e seus apps por empresas de TV por assinatura.

Fonte: www.mobiletime.com.br

Até onde a Internet das Coisas pode chegar?

A tecnologia está, cada vez mais, presente na vida da população. Hoje em dia é impossível imaginar viver sem acesso à Internet ou sem um smartphone. As novas gerações, como a chamada Z, desde pequenas já têm acesso a dispositivos eletrônicos conectados e estão mais dependentes da tecnologia nas atividades do dia-a-dia, seja para assistir conteúdos online, manter relações interpessoais ou realizar atividades cotidianas como ver as horas em um  aparelho digital, deixando de lados os relógios analógicos.

E o que esperar para as próximas gerações com a ‘Internet das Coisas’ (IoT) ​? Onde a vida se moldará em torno das tecnologias oferecidas. Estamos vivendo, atualmente, uma revolução tecnológica que conectará toda a nossa rotina à rede mundial de computadores.

Todos os dias, novas tecnologias e protótipos são pensados, desenvolvidos e testados. As empresas já se preparam para atender uma demanda futura onde qualquer inovação precisa estar conectada à Internet e com funções inteligentes e independentes do comando humano. São serviços que nascem para facilitar a vida.

Imagine sua casa, seu carro, seu smartphone e todos os seus dispositivos conectados. Isso já é realidade. Do seu celular você programa o destino de sua casa e no seu carro o GPS apresenta o melhor caminho para fugir dos pontos de trânsito. Ao chegar próximo de casa é possível acender as luzes, por meio do seu smartphone. Para entrar em sua residência basta posicionar os olhos em frente a um leitor óptico ou, então, colocar a digital, não carregando mais chaves. Ligar TV ou rádio por meio de comando de voz e escolher a música ou programação que gostaria. Parece muito futurístico? Mas muitas delas já existem e outras inovações estão por vir.

A Internet das Coisas traz significado ao conceito de conectividade onipresente para empresas, governos e consumidores com gestão, monitoramento e análise. Do ponto de vista mercadológico, a ‘Internet das Coisas’ consiste em várias tecnologias interligadas e para que isso funcione as empresas precisam criar um ecossistema para viabilizar novos modelos de negócio.

As oportunidades de produtos inteligentes são infinitas: carros sem motorista (Driverless Car) usando GPS, pagamentos por aproximação (NFC) usando smartphone ou smartwatch, objetos inteligentes como lâmpadas, geladeiras, fornos e até escova de dentes que monitora escovação e fornece feedback sobre a pressão, ângulo, e duração da escovação. As tecnologias ajudarão até os médicos a coletar informações de pacientes remotamente e serem avisados sempre que houver um problema.

A ‘Internet das Coisas’ vem para revolucionar o mundo em que vivemos, fazendo com que tudo que esteja conectado se comunique um com o outro, seguindo o conceito dos Data Centers e Nuvens. Digitalizando, simplificando e facilitando todas as demandas dos consumidores que estão por vir. São tantas as possibilidades de aplicação que é impossível prever qual é o limite. Aliás, o céu é o limite!

Fonte: www.mobiletime.com.br

Nuvem e aplicações: o fim do caos

O WhatsApp é uma aplicação. O Microsoft Office 365 é uma aplicação. O sistema por trás de seu portal de e-commerce favorito é uma aplicação. O Internet Banking só substitui a ida à agência bancária porque também é uma aplicação, e muito bem construída. A vida de pessoas e de empresas acontece dentro de aplicações. Nos últimos 10 anos o ritmo de desenvolvimento de aplicações acelerou-se muito. A Apple Store norte-americana recebe, em média, 20 mil novos apps a cada mês. No Reino Unido, 701 novas aplicações entram em operação a cada dia. Quer sejam acessadas por dispositivos móveis ou por computadores tradicionais, as principais aplicações do mercado habitam, hoje, a nuvem. Não só as aplicações são desenvolvidas na nuvem como são processadas em servidores espalhados na nuvem e distribuídas a partir de infraestrutura de rede que também está na nuvem. Qual o desafio que este novo mundo das aplicações na nuvem traz? O controle sobre o acesso a essas aplicações.

Hoje a nuvem acolhe milhões de aplicações que não estão ordenadas, classificadas e tampouco têm seu acesso controlado. As aplicações estão na nuvem, e o caos também.

Foi-se o tempo em que, numa empresa, um setor solicitava o desenvolvimento de uma aplicação para resolver um determinado desafio e conformava-se em aguardar meses ou até anos para começar a operar o novo sistema. A velocidade da nuvem é a velocidade do desejo humano – o que o usuário buscar na nuvem, ele encontrará e usará.

É famoso o paradoxo colocado às áreas de TIC das empresas pelo serviço de armazenamento na rede Dropbox. Não são os gestores que indicam o Dropbox para seus usuários, controlam o registro deste usuário na base de dados do Dropbox, examinam o tamanho de sua caixa postal virtual e o que é guardado lá dentro. Um usuário sugere o Dropbox para outro e, em instantes, dados e documentos da corporação deixam de ser arquivados em sistemas próprios para estarem disponíveis na nuvem, numa aplicação de armazenamento que não passou pelo crivo da área de TI.

A verdade é que muitos gestores não têm visibilidade sobre que aplicações seus usuários estão utilizando. Outro valor que está em falta na política corporativa de aplicações na nuvem é o “compliance” – a certeza de que os sistemas empregados pelos usuários estão alinhados com as leis, padrões e os regulamentos que regem aquela empresa ou vertical em especial. Há uma grande ausência, também, de políticas e recursos de segurança de dados. No novo mundo das aplicações na nuvem é fundamental proteger esses sistemas contra ameaças, ações destruidoras de cibercriminosos que visam ganhar dinheiro ou poder político ou moral a partir do acesso e manipulação das informações processadas na nuvem.

O caos das aplicações rodando na nuvem é fonte de grandes preocupações para as empresas e seus gestores de TIC.

Não há, porém, como voltar atrás. A nuvem é uma realidade. Ela é formada em parte por aplicações que rodam na rede privada da corporação e em parte por aplicações “públicas” que seguirão sendo usadas pelos funcionários. É o caso, por exemplo, do WhatsApp, febre entre usuários de smartphones. As empresas usuárias não vão retroceder e retirar suas aplicações da nuvem. Os próprios fornecedores de software tomaram a frente desse movimento e não vão voltar ao passado. Microsoft, SAP, Oracle e SalesForce, entre outros líderes da empresa de software, optaram por transformar suas aplicações em serviços a serem contratados de modo pontual e mensalizado. O acesso 24x7x365 a partir de “n” dispositivos a essas e outras aplicações na nuvem continuará a crescer e ser essencial aos processos de negócios.

A nuvem é cada vez mais o modelo onde as aplicações missão crítica são processadas.

Para adicionar controle, segurança, consistência, visibilidade e compliance a esse modelo foi criada a segunda onda da computação em nuvem – o CASB. Toda vez que você se preocupar com o caos das aplicações rodando na nuvem, aprofunde seu conhecimento sobre o CASB (Cloud Access Security Broker, agente de segurança de acesso à nuvem) e encontrará consolo. Como disse Carl Jung, dentro da desordem existe a ordem. Basta localizar o fio da meada.

As soluções de CASB começam pelo descobrimento de quais aplicações corporativas estão sendo efetivamente usadas pelos funcionários da empresa. Os melhores engines de discovery irão penetrar na Shadow IT – o universo de provedores de serviços e sistemas que não seguem as melhores práticas do mercado – e cuidadosamente mapear que recursos deste mundo estão sendo usados no dia a dia da corporação. Essa fase de descobrimento costuma provocar grandes surpresas entre os gestores de TIC.

Após esta etapa a solução de CASB classifica, a partir de inteligentes regras de negócio, de compliance e segurança, que aplicações seguirão disponíveis, que aplicações serão bloqueadas. A classificação é muito detalhada e chega ao nível do campo de dados da aplicação – José pode ver e alterar este dado, Manuel nem sequer enxergará este campo.

A terceira área de atuação das melhores ferramentas CASB é centralizar o gerenciamento das aplicações na nuvem. Neste momento o papel de Broker/Mediador do CASB aparece de modo muito claro. O gerenciamento das aplicações na nuvem é uma missão e tanto, já que cada aplicação corporativa tem sua própria nuvem. O Microsoft Office 365 tem sua própria nuvem. O SalesForce tem sua própria nuvem. A solução CASB coloca ordem no caos, e alinha as várias nuvens de aplicações, quaisquer que sejam elas, à política da corporação usuária.

Com o CASB, migrar as aplicações para a nuvem torna-se uma caminhada clara, perfeitamente mapeada, feita à luz do dia.

É importante lembrar que o CASB é um conceito consolidado pelo instituto de pesquisa Gartner. Tendência que está sendo gestada desde 2012, o CASB é uma bandeira cada vez mais difundida pelo Gartner. Os mais recentes relatórios sobre o tema dizem que se em 2012 apenas 1% das empresas usavam o CASB para colocar ordem no caos das aplicações rodando na nuvem, até o final de 2016 essa marca deve chegar a 25%. A razão para isso é muito simples: a visibilidade, compliance, segurança de dados e proteção contra ameaças que o CASB garante às aplicações na nuvem é essencial para o dia a dia das corporações. Com o CASB, o caos sai de cena e a nuvem entra em ordem.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/

O Design Empático e seu impacto no sucesso das implantações de ERP

Um sistema de gestão empresarial (ERP) extremamente robusto, com tecnologias avançadas para atender às necessidades de negócios das empresas oferecendo recursos que contemplam desde o Planejamento Estratégico, o acompanhamento de seus indicadores, metas, planos de ações, envolvendo conceitos simples aos mais avançados da administração, todos os processos internos do dia a dia empresarial, configurações complexas para atender as exigências fiscais e contábeis, integrando informações de diferentes áreas e transformando dados em inteligência que serão fundamentais para a tomada de decisão do gestor, tudo isso com acesso no seu celular ou tablet, nas nuvens.

Um carro de luxo, último lançamento do mercado automobilístico, motor híbrido diferenciado, piloto automático adaptativo que reduz a velocidade quando surge um carro à sua frente, alerta de piloto fatigado, controle de faixa que não deixa o carro sair da pista, assistente de estacionamento que estaciona sozinho, bancos e retrovisores programáveis para vários pilotos, alerta de veículo no ponto cego, acionamento de farol alto automaticamente na rodovia, sensores anti impacto, GPS, comandos de voz, sensor de presença, e com um painel repleto de botões com diversas funcionalidades inovadoras, que muitas vezes nem imaginamos existirem, e, muito menos como usá-las.

O que essas duas situações têm em comum? Tudo. Para uma implantação de ERP ser bem sucedida e para um motorista ficar plenamente satisfeito com a aquisição de um novo veículo é necessário ir muito além, pois mesmo com todos esses atrativos, se o usuário não estiver motivado a explorar essas opções e saber utilizá-las, o investimento poderá ser em vão.

É aí que entra o Design Empático, uma abordagem de design centrada no usuário, que prioriza seus sentimentos em relação ao produto. Esse paralelo com a indústria automobilística serve para mostrar o impacto dessa nova visão no mercado de software. A partir dela, os desenvolvedores devem se colocar no lugar do usuário e imaginar o jeito mais fácil, confortável e rápido de utilizar o produto e, que principalmente, priorize a harmonia, a simplicidade e a intuição.

A simplicidade embutida no conceito, torna a ferramenta mais útil e aplicável no dia a dia. Além disso, o usuário passa a aplicar conhecimentos mais avançados em situações em que eles não seriam utilizados, gerando processos de gestão mais estruturados e baseados nos fundamentos da administração. Os clientes também conseguem reduzir investimentos, tanto em treinamentos de equipe, como em consultoria, tendo como consequência uma maior autonomia e independência do fornecedor do ERP.

Processos internos que, por natureza, já têm seu grau de complexidade como o mapeamento de estocagem em um armazém, a configuração dos impostos dos produtos, ou a visualização de um gráfico de Margem de Contribuição, que trazem consigo conceitos, podem se tornar mais “amigáveis” para os usuários por meio do Design Empático. Ele permite aos clientes visualizarem a informação de maneira mais didática, com um visual mais simples e intuitivo, que não requer um amplo conhecimento de quem está utilizando, ou melhor, que transfira esse conhecimento necessário através do design.

O fato é que, no mercado de sistemas de gestão, este princípio ainda tem sido pouco explorado. De certa forma, todos se preocupam com a usabilidade, mas não tão profundamente. A maior preocupação dos desenvolvedores, até aqui, tem sido garantir sua funcionalidade. Mas isso está mudando: funcionar bem está se tornando commoditie e o foco está migrando para o usuário, para que a interface seja mais amigável.

Por isso o que vemos hoje são telas e telas de sistemas que ainda têm muito a evoluir. Por exemplo, um gráfico de Ciclo Financeiro desenvolvido a partir do Design Empático evita que o usuário tenha que fazer uma faculdade de administração para entender o que é prazo médio de estocagem, de recebimento ou de pagamento, ao mesmo tempo que traz informações importantes para a sua tomada de decisão como a Necessidade de Capital de Giro.

Muita gente não percebe, mas o Design Empático é primordial para ampliar a utilização do seu produto, seja ele qual for, pois muitas vezes ele representa a diferença entre seu cliente usar ou não usar certas funcionalidades. Quantas vezes as pessoas deixam de usar recursos tecnológicos de aparelhos eletrônicos e carros por não saberem como usar ou por nem sequer saberem que existem? É interessante poder contar com um sistema que atenda as necessidades de gestão, mas, tão importante quanto, é facilitar sua leitura e permitir que seu cliente entenda facilmente os conceitos que ele precisa usar e que seu produto pode oferecer, e claro, seus benefícios.

Como diz a frase de Charles Mingus que ficou conhecido pelo seu ativismo contra a injustiça racial: “Tornar o simples complicado é fácil. Tornar o complicado simples, isso é criatividade”. Então vamos ser mais criativos para garantir o sucesso nas implementações de ERP!

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside/services/